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Orientador(es)
Resumo(s)
Monoclonal antibodies have great potential for the treatment of cancer through Im-munotherapy. However, certain immunotherapies, like PD-L1 inhibitors, are dependent of specific biomolecule expression in tumour sites. Hence, biopsies followed by histochemistry are required, which are invasive and may be aggressive depending on the anatomical loca-tion of the tumour and not translate its anatomical-functional heterogeneity. In this regard, Nuclear Medicine imaging may provide alternative diagnostic means. Medically relevant radiometals have been utilized, such as the isotope 111In- emitting ɣ radiation, suitable for SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography) imaging.
In this work, PD-L1 Inhibitor monoclonal antibodies, such as Atezolizumab (human) and its murine equivalent 6E11 were conjugated with a chelator DTPA which allowed to their labelling with the radionuclide 111In. From the resulting complexes, in vitro stability studies were performed in cell mediums, indicating that both conjugates remained stable with the radionuclide after 48 h.
Flow cytometry and cellular uptake assays were also performed, resulting in high binding and cellular accumulation in high PD-L1 expressing cancer cells, which is indicative of the potential of these antibodies as imaging agents for PD-L1 expression.
Anticorpos monoclonais possuem um grande potencial para tratamento oncológico através de Imunoterapia. No entanto, alguns tipos de imunoterapia, tais como inibidores de PD-L1, são dependentes da expressão de biomoléculas específicas nos tumores. Assim, biópsias seguidas de histoquímica são necessárias, sendo estas invasivas e podendo ser agressivas, consoante a localização anatómica do tumor para além de não traduzir a sua heterogeneidade anátomo-funcional. Deste modo, a imagem em Medicina Nuclear pode providenciar métodos alternativos de diagnóstico. Radiometais clinicamente relevantes têm sido utiliza-dos, tal como o isótopo 111In- que emite radiação ɣ, utilizada em SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography). Neste trabalho, anticorpos monoclonais inibidores de PD-L1, tais como o Atezoli-zumab (humano) e o seu equivalente murino 6E11 foram conjugados com o quelante DTPA, que permitiu as suas radiomarcações com o radionuclídeo 111In. Dos complexos resultantes, estudos de estabilidade in vitro foram executados em meios celulares, indicando que ambos os conjugados se mantinham estáveis com o radionuclídeo após 48 h. Citometria de fluxo e estudos de uptake celular foram também realizados, apresentando resultados que revelaram um elevado grau de ligação e acumulação celular em células cancerígenas com elevada expressão de PD-L1, o que é indicativo do potencial destes anti-corpos como agentes de imagem para expressão de PD-L1.
Anticorpos monoclonais possuem um grande potencial para tratamento oncológico através de Imunoterapia. No entanto, alguns tipos de imunoterapia, tais como inibidores de PD-L1, são dependentes da expressão de biomoléculas específicas nos tumores. Assim, biópsias seguidas de histoquímica são necessárias, sendo estas invasivas e podendo ser agressivas, consoante a localização anatómica do tumor para além de não traduzir a sua heterogeneidade anátomo-funcional. Deste modo, a imagem em Medicina Nuclear pode providenciar métodos alternativos de diagnóstico. Radiometais clinicamente relevantes têm sido utiliza-dos, tal como o isótopo 111In- que emite radiação ɣ, utilizada em SPECT (Single-Photon Emission Computed Tomography). Neste trabalho, anticorpos monoclonais inibidores de PD-L1, tais como o Atezoli-zumab (humano) e o seu equivalente murino 6E11 foram conjugados com o quelante DTPA, que permitiu as suas radiomarcações com o radionuclídeo 111In. Dos complexos resultantes, estudos de estabilidade in vitro foram executados em meios celulares, indicando que ambos os conjugados se mantinham estáveis com o radionuclídeo após 48 h. Citometria de fluxo e estudos de uptake celular foram também realizados, apresentando resultados que revelaram um elevado grau de ligação e acumulação celular em células cancerígenas com elevada expressão de PD-L1, o que é indicativo do potencial destes anti-corpos como agentes de imagem para expressão de PD-L1.
