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Resumo(s)
Urine as a biological sample contains a wealth of information with great significance for med-ical diagnosis while also benefiting from an easy and non-invasive collection procedure. Thus, urine has become one of the standard samples for diagnosing multiple conditions and for proteomics-based biomarker discovery studies. In recent years, our group has developed an approach for Bladder cancer (BCa) diagnosis and patient monitoring based on proteomics, using the dysregulation of the urinary proteome to gain information regarding the patient’s state, such as tumour diagnosis and stage. Furthermore, analysing multiple urine samples from different time points provides valuable insight into the patient's treatment response and re-covery. However, monitoring is impaired by the lack of sample collection at the hospital. Thus, our goal was to develop a new easy-to-use method of urinary proteome collection so that patients could collect their samples at home. Thus, the urine proteome was collected using syringe filters and handled with a standard shotgun proteomics protocol. Multiple filter mem-branes were tested, from which the molecular weight cut-off membranes were the most effi-cient for our proposal. A proof of concept was conducted with BCa patient samples. The Filter Aided Sample Preparation (FASP) protocol was used as a control for the results obtained with our new approach. Our results show that the urine proteome can be collected and treated using our filter approach, although further research is needed to increase digestion efficiency to standard protocol levels. We propose syringe filtering as an easy approach to follow-up BCa patients and potentially any other diseases that can be assessed using the urine proteome.
A urina enquanto amostra biológica contém informação extremamente relevante para o diagnóstico de diversas condições médicas, sendo recolhida de um modo fácil e não invasivo, tornando-se uma das amostras biológicas ideais para diagnóstico de condições médicas e para estudos de proteómica baseada em espectrometria de massa. Recentemente, o nosso grupo desenvolveu uma metodologia para diagnóstico e monitorização de pacientes de cancro da bexiga (BCa), onde a desregulação do proteoma urinário permite o diagnóstico e identificação de estadio do tumor. Adicionalmente, ao analisar amostras recolhidas ao longo do tempo, é possível fazer o seguimento do paciente, obtendo informação acerca da sua resposta ao tra-tamento. Esta monitorização é, contudo, dificultada devido aos grandes intervalos de tempo entre recolhas. Sendo assim, o nosso objetivo foi desenvolver uma nova metodologia para recolha do proteoma urinário, de uso autónomo pelo paciente. Assim, o proteoma urinário foi recolhido usando filtros de seringa e analisado com um protocolo de shotgun proteomics. Foram testadas várias membranas, sendo que as de separação por tamanho molecular foram as mais eficientes na recolha do proteoma. Foi ainda feito um proof of concept com amostras de pacientes de BCa onde o protocolo de Filter Aided Sample Preparation (FASP), foi usando como controlo para os resultados obtidos com a nova metodologia. Os resultados obtidos demonstram que o proteoma urinário pode ser eficazmente recolhido usando estes filtros, contudo a técnica requer otimizações para alcançar níveis de digestão proteica similares aos dos protocolos standard. Propomos filtros de seringa como uma técnica fácil para monitorizar pacientes de BCa, e potencialmente outras doenças a partir do proteoma urinário.
A urina enquanto amostra biológica contém informação extremamente relevante para o diagnóstico de diversas condições médicas, sendo recolhida de um modo fácil e não invasivo, tornando-se uma das amostras biológicas ideais para diagnóstico de condições médicas e para estudos de proteómica baseada em espectrometria de massa. Recentemente, o nosso grupo desenvolveu uma metodologia para diagnóstico e monitorização de pacientes de cancro da bexiga (BCa), onde a desregulação do proteoma urinário permite o diagnóstico e identificação de estadio do tumor. Adicionalmente, ao analisar amostras recolhidas ao longo do tempo, é possível fazer o seguimento do paciente, obtendo informação acerca da sua resposta ao tra-tamento. Esta monitorização é, contudo, dificultada devido aos grandes intervalos de tempo entre recolhas. Sendo assim, o nosso objetivo foi desenvolver uma nova metodologia para recolha do proteoma urinário, de uso autónomo pelo paciente. Assim, o proteoma urinário foi recolhido usando filtros de seringa e analisado com um protocolo de shotgun proteomics. Foram testadas várias membranas, sendo que as de separação por tamanho molecular foram as mais eficientes na recolha do proteoma. Foi ainda feito um proof of concept com amostras de pacientes de BCa onde o protocolo de Filter Aided Sample Preparation (FASP), foi usando como controlo para os resultados obtidos com a nova metodologia. Os resultados obtidos demonstram que o proteoma urinário pode ser eficazmente recolhido usando estes filtros, contudo a técnica requer otimizações para alcançar níveis de digestão proteica similares aos dos protocolos standard. Propomos filtros de seringa como uma técnica fácil para monitorizar pacientes de BCa, e potencialmente outras doenças a partir do proteoma urinário.
Descrição
Palavras-chave
Proteomics Syringe filters Label-Free Mass Spectrometry
