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Resumo(s)
For man to reach enlightenment, he must Know himself, and Know his conditionings in order to dictate them and not be dictated by them. Why, then, do nations not seek to know themselves in a similar fashion, especially when confronted with the ominous consideration of history always repeating itself? Along that train of thought, this dissertation aims to pitch in the first portion of the creation of a new critical theory based upon the readjustment of Edward Saidās bed stone of Orientalism toward a new āOrient.ā This new subject is China in the āFar Eastā, as opposed to the classic āMiddleā or āNearā East, and it is chosen because of its prominence as a competitor to the United States in terms of economic prowess and international influence. Furthermore, once this reimagining of Orientalism is complete, it will be juxtaposed against the perceptions that both the government and the American people have of China, to investigate if the core aspects that form an Orientalist conditioning are present, and therefore Orientalism has an influence on them. If that proves true, Orientalism can be used a method of analysis that explains the pattern and consistency of actions and remarks made for- or against- China and would explain a profound set of recurrent assumptions that the U.S. has of China, through the Orientalist lens of āUs,ā the West, and āThem,ā the Orient. This repurposed Orientalism, as it will be argued, can be so deeply ingrained into the collective mind of a nation as, per se, the United States, that it can be repeated indefinitely without consciousness of this repetition, by being a part of the habitus of a nation. Lastly, it is due to note the China itself will not be studied or even considered. The real object of the American perceptions is Americaās own imagined community of China, as in the creation of the country through the U.S.ās point of view.
Para que o homem alcance o Ć”pice da sua capacidade, ele deve conhecer-se a si mesmo, e conhecer os seus condicionamentos para os ditar e nĆ£o ser ditado por eles. Por que razĆ£o as naƧƵes nĆ£o procuram conhecer-se de forma semelhante, especialmente quando confrontadas com a sinistra consideração de que a história sempre se repete? Nessa linha de pensamento, esta dissertação visa dar os primeiros passos na criação de uma nova teoria crĆtica baseada no reajustamento da essĆŖncia do estudo sobre o Orientalismo de Edward Said para focar em um novo "Oriente". Este novo alvo Ć© a China no "Extremo Oriente", ao contrĆ”rio do clĆ”ssico "MĆ©dio" ou "Próximo" Oriente, e Ć© escolhida devido Ć sua proeminĆŖncia como concorrente dos Estados Unidos em termos de proeza económica e influĆŖncia internacional. AlĆ©m disso, uma vez concluĆda esta recriação do Orientalismo, ele serĆ” justaposto contra as perceƧƵes que tanto o governo como o povo americano tĆŖm da China, para investigar se existe um paralelo entre os aspetos fundamentais que formam um condicionamento orientalista e, portanto, o Orientalismo tem influĆŖncia sobre eles. Se isso for verdade, o Orientalismo pode ser usado como um mĆ©todo de anĆ”lise que explique o padrĆ£o e a consistĆŖncia das aƧƵes e observaƧƵes feitas para contra a China e explicaria um conjunto profundo de pressupostos recorrentes que os EUA tĆŖm da China, atravĆ©s da lente orientalista de "Nós", o Ocidente, e "Eles", o Oriente. Este Orientalismo reutilizado, como serĆ” argumentado, pode ser tĆ£o profundamente enraizado na mente coletiva de uma nação como, por exemplo, os Estados Unidos, que pode ser repetido infinitamente sem consciĆŖncia desta repetição, por compor o habitus da mesma. Por Ćŗltimo, nota-se que a própria China nĆ£o serĆ” estudada e nem sequer considerada. O verdadeiro objeto das perceƧƵes americanas Ć© a comunidade imaginĆ”ria da China, ou seja, a imagem criada do paĆs atravĆ©s do ponto de vista dos EUA.
Para que o homem alcance o Ć”pice da sua capacidade, ele deve conhecer-se a si mesmo, e conhecer os seus condicionamentos para os ditar e nĆ£o ser ditado por eles. Por que razĆ£o as naƧƵes nĆ£o procuram conhecer-se de forma semelhante, especialmente quando confrontadas com a sinistra consideração de que a história sempre se repete? Nessa linha de pensamento, esta dissertação visa dar os primeiros passos na criação de uma nova teoria crĆtica baseada no reajustamento da essĆŖncia do estudo sobre o Orientalismo de Edward Said para focar em um novo "Oriente". Este novo alvo Ć© a China no "Extremo Oriente", ao contrĆ”rio do clĆ”ssico "MĆ©dio" ou "Próximo" Oriente, e Ć© escolhida devido Ć sua proeminĆŖncia como concorrente dos Estados Unidos em termos de proeza económica e influĆŖncia internacional. AlĆ©m disso, uma vez concluĆda esta recriação do Orientalismo, ele serĆ” justaposto contra as perceƧƵes que tanto o governo como o povo americano tĆŖm da China, para investigar se existe um paralelo entre os aspetos fundamentais que formam um condicionamento orientalista e, portanto, o Orientalismo tem influĆŖncia sobre eles. Se isso for verdade, o Orientalismo pode ser usado como um mĆ©todo de anĆ”lise que explique o padrĆ£o e a consistĆŖncia das aƧƵes e observaƧƵes feitas para contra a China e explicaria um conjunto profundo de pressupostos recorrentes que os EUA tĆŖm da China, atravĆ©s da lente orientalista de "Nós", o Ocidente, e "Eles", o Oriente. Este Orientalismo reutilizado, como serĆ” argumentado, pode ser tĆ£o profundamente enraizado na mente coletiva de uma nação como, por exemplo, os Estados Unidos, que pode ser repetido infinitamente sem consciĆŖncia desta repetição, por compor o habitus da mesma. Por Ćŗltimo, nota-se que a própria China nĆ£o serĆ” estudada e nem sequer considerada. O verdadeiro objeto das perceƧƵes americanas Ć© a comunidade imaginĆ”ria da China, ou seja, a imagem criada do paĆs atravĆ©s do ponto de vista dos EUA.
Descrição
Palavras-chave
Orientalismo Estados Unidos China Condicionamento Habitus Comunidades Imaginadas PerceƧƵes nas RelaƧƵes Internacionais Orientalism United States Conditioning Imagined Communities Perceptions in International Relations
