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Orientador(es)
Resumo(s)
O século XXI vê surgir, nas ruas, um discurso e um sujeito de uma universalidade que
efetivamente mobiliza ― o “povo” nas praças da “Primavera Árabe”, os “indignados”,
os “99%” e outros signos. Estes discursos e sujeitos pairam como espectros disruptivos
sobre o sistema de significação política. As subjetivações políticas na
contemporaneidade são o objeto de estudo da presente dissertação, dando especial
atenção, por um lado, ao espaço, forma, meio e tempo nos quais se inscreve e
expande a ação democrática dos sujeitos e, por outro, aos processos de rutura,
subjetivação, hegemonização e nomeação que constituem os sujeitos políticos
coletivos. Através de uma metodologia qualitativa, tendo como enquadramento a
análise de texto e de conteúdo teorético e uma teoria de discurso como perspetiva,
apresentamos uma articulação de contributos da teoria política contemporânea na
área da subjetivação tendo por objetivo uma aproximação compreensiva tanto aos
sujeitos coletivos de uma forma geral como, em particular, a um potencial sujeito
“multidão” como hipótese de nomenclatura para movimentações políticas “dos
muitos” no século XXI.
Descrição
Palavras-chave
Política Poder Democracia Subjetivação Multidão politics Power Democracy Subjectivation Subject Multitude
