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Orientador(es)
Resumo(s)
A Diplomacia de Defesa, apesar de existir com outros nomes e formas há já muitas
décadas, só há relativamente pouco tempo lhe foi atribuída o espaço e o
reconhecimento devido, quer em termos políticos, quer académicos. O presente
trabalho pretende reconhecer o contributo da Diplomacia de Defesa para a
concretização de importantes objetivos de política externa e apresentar uma definição
que reflete não apenas a forma como é exercida mas, também, aquilo que realmente
é: o emprego não violento de meios e recursos militares pelo Ministério da Defesa
Nacional e pelas Forças Armadas, em atividades de cooperação com países aliados,
parceiros e outros estrategicamente relevantes.
O objetivo final da Diplomacia de Defesa não é apenas promover a cooperação
bilateral e multilateral no âmbito da Defesa de uma forma altruísta, mas estabelecer
parcerias benéficas do interesse dos países envolvidos e, nessa perspetiva, a
Diplomacia de Defesa é uma aplicação direta de soft power. E porque o hard power
gera soft power, a eficácia do soft power depende, evidentemente, da credibilidade do
hard power.
O uso da Diplomacia de Defesa como uma ferramenta da diplomacia já não deve ser,
assim, uma escolha, mas uma componente necessária na análise das questões globais
devendo ser reconhecida - e não temida - como um multiplicador de força de política
externa.
Descrição
Palavras-chave
Defesa Cooperação Militar Diplomacia Pública Segurança Internacional Soft Power Hard Power Defence International Security Military Cooperation Public Diplomacy
