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Orientador(es)
Resumo(s)
A revolução tecnológica que se verificou a partir da década de 1980 e o fenómeno da
globalização geraram alterações profundas nas sociedades contemporâneas. Desde então, praticamente
todos os aspetos do seu quotidiano passaram a depender dos sistemas computorizados, que numa
primeira fase estavam ligados em pequenas redes e começaram depois a ficar interligados através da
Internet. Esta evolução para a Era da Informação mudou drasticamente o modo como se lida com os
riscos. A virtualização do mundo real fez com que surgissem novas ameaças à segurança com origem no
domínio cibernético, bem como por seu intermédio.
Entretanto, o mundo Pós-Guerra Fria também alterou profundamente o sistema internacional e
também viu surgir um conjunto de novos atores, estatais e não estatais, que vieram provocar
instabilidade ao sistema, fosse por vontade própria ou como consequência dos acontecimentos.
Atualmente, as ameaças à segurança são múltiplas e de natureza variada, sendo o ciberespaço um
domínio utilizado pelos vários atores no sentido de desestabilizar a ordem instalada, como por exemplo
através do ativismo político, mas também como meio para infringir danos. As capacidades cibernéticas
passaram também a ser consideradas como mais uma opção para atuar em conflitos, principalmente
pelas grandes potências.
Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivo analisar a abordagem em Portugal a
esta nova realidade, em que a maioria, se não todas, das suas infraestruturas críticas dependem do bom
funcionamento das ligações em rede, e em que estas são utilizadas por mais de metade da população
portuguesa de forma regular.
Descrição
Palavras-chave
Portugal Ciber Globalização Sociedade de Risco Escola de Copenhaga Tecnologia Portugal Cyber Globalization Risk Society Copenhagen School Technology
