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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Partindo do pressuposto de que existe uma tendência para a cobertura intensiva e
emocionalizada de casos criminais, sobretudo por parte dos órgãos de comunicação
social sensacionalistas, e tendo em conta o papel e o poder dos media numa sociedade
democrática, torna-se importante refletir sobre o assunto. Este trabalho pretende
alimentar essa reflexão e, além de explorar a forma como um jornal sensacionalista
português constrói as suas narrativas criminais, aborda ainda, entre outras coisas, os
problemas provenientes da emocionalização desses discursos. Entre outros, a
possibilidade de criar ou de alimentar perceções públicas distorcidas e negativas
acerca da realidade, e em particular do sistema de justiça criminal, ou, inclusive, a
perda da credibilidade e essência do próprio jornalismo.
Descrição
Palavras-chave
Imprensa Jornais Jornalismo Sensacionalista Media Justiça
