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Orientador(es)
Resumo(s)
No ano de 1998, todo o complexo monástico de São João de Tarouca é inserido, pelo IPPAR, num plano de recuperação e valorização. Desde esse ano, o mosteiro, tem vindo a ser intervencionado numa perspectiva interdisciplinar, na qual se destacam o quase completo restauro do património integrado da igreja e a recente musealização do complexo monástico, embora a componente arqueológica assuma uma clara preponderância.
Cabe-nos, neste trabalho, o estudo da cerâmica preta recolhida nas escavações arqueológicas realizadas no mosteiro.
Estabelecemos como objectivos o aprofundar de conhecimentos acerca do quotidiano desta comunidade e sua relação com o exterior, a identificação e caracterização dos centros produtores.
De modo a atingir os objectivos delineados, definimos uma metodologia para o estudo das cerâmicas que permitiu o agrupamento das peças segundo características técnicas, morfológicas, funcionais e decorativas.
A aplicação da metodologia originou uma tipologia, na qual se incluem oito diferentes grupos de pasta que se dividem em grupos de fabrico, compostos pelos diversos tipos.
A interpretação da tipologia criada permitiu perceber que dois dos referidos grupos de pasta registam uma presença significativa, face aos restantes, no conjunto de cerâmica preta estudada.
A estes grupos de pasta correspondem, provavelmente, diferentes centros produtores, que procuramos identificar. Colocamos a possibilidade de estarmos perante produções oriundas dos centros produtores de Lamego, Queimadela e Lousa de Lordelo (São Martinho de Mouros), localizados relativamente próximo do mosteiro.
Descrição
os anexos da teses estão disponíveis no CD
Palavras-chave
Cerâmica Comum Cerâmica Preta Idade Moderna Séculos XII a XIX Mosteiro de São João de Tarouca
