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Orientador(es)
Resumo(s)
This report describes the action research project I engaged in as part of my practicum as a trainee teacher during my master´s degree in teaching English in primary education. It investigated how I could assess spoken interaction during structured assessment tasks and what the influence of young learners’ attitudes is on spoken interaction. The research took place in a private primary school in a town near Lisbon, Portugal. This study involved a group of 22 young learners in year four, eleven girls and eleven boys, aged between 9 and 10 years who had two weekly 60 minute classes of English during the afternoon. The study was implemented from mid-September 2020 to mid-December 2020, the main aim was to study how to formatively assess spoken interaction and what the influence of young learners’ attitudes was on spoken interaction. The method chosen was a small scale action research project. The research tools used were an observation grid, the use of a teacher’s journal and questionnaires to the young learners. The study concluded that to formatively assess spoken interaction an observation grid is justified, and that the contribution of peer feedback contributed to the progress of young learner’s language learning. Furthermore, it was observed that formatively assessing contributes to having less anxious young learners during assessment moments. There was also evidence that indicated the importance of collaborative peer work for young learner’s language learning progress. Throughout the action research, it became evident that young learners who demonstrated positive attitudes towards spoken interaction structured assessment tasks progressed in language learning.
Este relatório descreve o projeto de pesquisa da minha prática de ensino supervisionada durante o Mestrado de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico. O meu objetivo foi observar como poderia avaliar formativamente a interação oral de pares durante tarefas interativas estruturadas nas aulas de inglês do ensino primário e qual a influência das atitudes dos jovens aprendizes na interação oral nas aulas de inglês do ensino primário. Este estudo decorreu numa escola primária privada próximo de Lisboa, em Portugal. Este projeto envolveu um grupo de 22 alunos do 4º ano, onze raparigas e onze rapazes com idades compreendidas entre os 9 e 10 anos. Esta turma tinha duas aulas semanais de 60 minutos cada durante o período da tarde. O estudo decorreu entre meados de setembro 2020 e meados de dezembro de 2020. Foram planeadas e incluídas tarefas de interação oral estruturadas, a pares, nos planos individuais de aula. As ferramentas de pesquisa escolhidas para recolha de dados foram uma grelha de observação, anotações num diário de professor e pequenos questionários aos alunos. A recolha de dados permitiu concluir que a avaliação formativa de interação oral justifica por si uma grelha de observação e também evidenciou a importância do feedback dos pares no progresso da aprendizagem da língua estrangeira. O estudo também demonstrou que existem evidencias positivas do trabalho a pares para o progresso da aprendizagem da língua estrangeira. Ao longo deste estudo observei que os alunos demonstraram atitudes positivas em relação á avaliação formativa de tarefas estruturadas interativas realizadas a pares. Os resultados deste estudo corroboram no tema da responsabilidade que os professores de inglês detêm em planear aulas com tarefas estruturadas interativas a pares, para promover uma maior interação dos jovens alunos no progresso da aprendizagem da língua estrangeira. O estudo indica que as atitudes, perante a avaliação formativa, dos jovens aprendizes melhoram com o decorrer da execução da avaliação de tarefas estruturadas.
Este relatório descreve o projeto de pesquisa da minha prática de ensino supervisionada durante o Mestrado de Inglês no 1º Ciclo do Ensino Básico. O meu objetivo foi observar como poderia avaliar formativamente a interação oral de pares durante tarefas interativas estruturadas nas aulas de inglês do ensino primário e qual a influência das atitudes dos jovens aprendizes na interação oral nas aulas de inglês do ensino primário. Este estudo decorreu numa escola primária privada próximo de Lisboa, em Portugal. Este projeto envolveu um grupo de 22 alunos do 4º ano, onze raparigas e onze rapazes com idades compreendidas entre os 9 e 10 anos. Esta turma tinha duas aulas semanais de 60 minutos cada durante o período da tarde. O estudo decorreu entre meados de setembro 2020 e meados de dezembro de 2020. Foram planeadas e incluídas tarefas de interação oral estruturadas, a pares, nos planos individuais de aula. As ferramentas de pesquisa escolhidas para recolha de dados foram uma grelha de observação, anotações num diário de professor e pequenos questionários aos alunos. A recolha de dados permitiu concluir que a avaliação formativa de interação oral justifica por si uma grelha de observação e também evidenciou a importância do feedback dos pares no progresso da aprendizagem da língua estrangeira. O estudo também demonstrou que existem evidencias positivas do trabalho a pares para o progresso da aprendizagem da língua estrangeira. Ao longo deste estudo observei que os alunos demonstraram atitudes positivas em relação á avaliação formativa de tarefas estruturadas interativas realizadas a pares. Os resultados deste estudo corroboram no tema da responsabilidade que os professores de inglês detêm em planear aulas com tarefas estruturadas interativas a pares, para promover uma maior interação dos jovens alunos no progresso da aprendizagem da língua estrangeira. O estudo indica que as atitudes, perante a avaliação formativa, dos jovens aprendizes melhoram com o decorrer da execução da avaliação de tarefas estruturadas.
Descrição
Palavras-chave
Ensino de Inglês 1º Ciclo Primary English classroom Structured assessment tasks Feedback Formative assessment Language progress Spoken interaction Young learners Avaliação formativa Avaliação de tarefas estruturadas interativas Interação oral Progresso na aprendizagem da língua estrangeira Aulas de inglês do ensino primário Feedback Jovens aprendizes
