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Orientador(es)
Resumo(s)
This dissertation analyzes Campo Santo’s Firewatch (2016) as a cultural object, a videogame broadly inspired by a framework of themes and myths prevalent in Philip Connors’ novel Fire Season (2011). More precisely, the goal is to determine the relationship between both works through a ludonarrative methodology, a combination of ludic and narrative perspectives, and determine how Fire Season’s influence impacts Firewatch’s narrative aspects, gameplay mechanics and design. The importance of narrative for play progression and sense-making is imperative in Firewatch, influencing design techniques and environments. Much of Firewatch’s design approach can be directly traced to Fire Season’s detailed descriptions of lookout life in American wilderness. Firewatch culminates in an experience that reflects on the escapist nature of videogames, the shaping power of wilderness in American identity and the effects of purposefully deceptive and subversive game design. When appropriate, other works of literature or videogames relevant to the analysis will be used to illustrate specific aspects.
A presente dissertação pretende analisar o videojogo Firewatch (2016) enquanto objecto cultural, ostensivamente inspirado por um enquadramento de temas e mitos presentes no romance Fire Season (2011) de Philip Connors. Mais precisamente, o objectivo é determinar a relação entre ambas as obras através de uma metodologia ludonarratológica, uma combinação de perspectivas lúdicas e narrativas, e determinar qual o impacto da influência de Fire Season na narrativa, mecânicas e design de Firewatch. A importância de narrativa para progressão e criação de significado é imperiosa, influenciando técnicas de design e o próprio espaço do jogo. Firewatch é extensivamente influenciado no seu design por descrições da rotina de vigias florestais em wilderness, território primordial Americano. Firewatch culmina numa reflexão sobre a natureza escapista de videojogos, o poder transformativo de wilderness na formação de identidade nos Estados Unidos e os efeitos de design de jogo propositadamente enganador e subversivo. Outras obras, sejam literatura ou videojogos, serão usadas como exemplo quando apropriado.
A presente dissertação pretende analisar o videojogo Firewatch (2016) enquanto objecto cultural, ostensivamente inspirado por um enquadramento de temas e mitos presentes no romance Fire Season (2011) de Philip Connors. Mais precisamente, o objectivo é determinar a relação entre ambas as obras através de uma metodologia ludonarratológica, uma combinação de perspectivas lúdicas e narrativas, e determinar qual o impacto da influência de Fire Season na narrativa, mecânicas e design de Firewatch. A importância de narrativa para progressão e criação de significado é imperiosa, influenciando técnicas de design e o próprio espaço do jogo. Firewatch é extensivamente influenciado no seu design por descrições da rotina de vigias florestais em wilderness, território primordial Americano. Firewatch culmina numa reflexão sobre a natureza escapista de videojogos, o poder transformativo de wilderness na formação de identidade nos Estados Unidos e os efeitos de design de jogo propositadamente enganador e subversivo. Outras obras, sejam literatura ou videojogos, serão usadas como exemplo quando apropriado.
Descrição
Palavras-chave
Literatura Norte-Americana Narratologia Campo Santo Philip Connor Firewatch Fire Season Videogame American literature Ludonarrative Game studies Escapism Wilderness Videojogo Literatura Americana Ludonarrativa Estudos de jogos Escapismo
