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Orientador(es)
Resumo(s)
É pertinente constatar que a prática da improvisação musical na educação musical não é uma das áreas mais implementadas pelos professores designadamente no ensino básico. Tal facto, torna-se crítico quando verificamos que educadores, pedagogos e estudiosos defendem que a capacidade de improvisar está ligada, para além de outros factores, à capacidade do aluno exteriorizar conhecimento adquirido no momento exacto à performance, assumindo por isto mesmo, um papel insubstituível na avaliação da aprendizagem musical.
Pensa-se que a carência de informação pedagógica sobre este aspecto da improvisação, associada a uma certa falta de contacto com a prática musical propriamente dita, poderá explicar pelo menos parte do problema.
O presente trabalho tem como objectivo apresentar, através da análise de pesquisa bibliográfica recentemente desenvolvida, uma sucinta reflexão teórica sobre o significado educativo da improvisação, concretamente da sua relação com o processo de assimilação e exteriorização de conhecimento, de forma a fundamentar sua pertinência no currículo da Educação Musical.
Por fim, no seguimento dos contributos apresentados, serão confrontadas, por meio da observação participante realizada em sala de aula e com uma pequena análise crítica e qualitativa, as actividades de improvisação desenvolvidas nas turmas 6º6 e 8º2 da Escola do Ensino Básico 2º e 3º Ciclo Fernando Pessoa situada na freguesia de Santa Maria dos Olivais.
Descrição
Relatório de estágio e dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Educação Musical no Ensino Básico
Palavras-chave
Improvisação musical Processo de avaliação Generalização e transferência de conhecimento
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
