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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Oposto à concepção clássica do belo, o «pó» constitui-se como um topos não-poético. Contudo, este elemento «desprezível» não deixará de transportar consigo, ao longo do tempo, um lastro simbólico e literário que problematizará, de forma decisiva, a relação do homem com a morte, com o tempo e com a escrita. Dominado pela análise das variações poéticas das «imagens de desaparição» do corpo, da memória e de Deus, em poemas de Luís de Camões, Camilo Pessanha e Fiama Hasse Pais Brandão, este traba-lho tem como objectivo problematizar as relações que o «pó» estabelece - enquanto topos poético que designa um «anti-valor» –, com o corpo, a memória e a escrita.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à
obtenção do grau de Mestre em Estudos Portugueses, Área de Especialização em
Estudos Literários
Palavras-chave
Pó Corpo Memória Escrita
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
