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Uma reflexão sobre o filme Persona (1965), de Ingmar Bergman

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A presente dissertação tem como objecto de estudo o filme Persona (1965) de Ingmar Bergman e a tese filosófica proposta a partir da análise deste filme é a de que o sonho de ser em vez de parecer faz parte da natureza humana. No filme em estudo, temos dois personagens que procuram dar sentido às suas acções, mas que, confrontados com a impossibilidade de ser, a impossibilidade de não usarem máscaras, a impossibilidade de darem sentido às suas vidas de uma forma que não dependa da criação de mentiras e ilusões, vivem o niilismo. Este estudo centra-se numa discussão sobre a experiência que salva o ser humano do ilusório, ou seja, sonho de ser, a partir das questões propostas por Ingmar Bergman em Persona (1965): O que faço agora? O que é a verdade? Qual a relação da arte com a vida? Através da análise do filme, propõe-se também uma reflexão sobre o artista enquanto criador e sobre a obra de arte como construção de uma “verdade na aparência”. As reflexões filosóficas suscitadas pelo filme e expostas na sua análise são inspiradas no estudo da filosofia de Nietzsche.

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia na área de especialização em Estética

Palavras-chave

Ingmar Bergman Persona (1965) Reflexões filosóficas

Contexto Educativo

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Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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