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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
The following dissertation studies the behavior of flat slabs when subjected to
constant vertical loads and cyclic horizontal displacements, as a continuation of previous
studies developed at FCT/UNL. The main focus of this research is to study the influence
of flexural reinforcement on the seismic response of flat slabs. Therefore, three reinforced
concrete flat slabs with varying flexural reinforcement ratio were tested, two having the
same top reinforcement ratio of !=0,64% and one with !=1,34%. One of the specimens
with lower longitudinal ratio was reinforced with studs as specific punching shear
reinforcement. All slabs had overall dimensions of 4,15 × 1,85 × 0,15 m3 and a gravity
shear ratio, ratio between the gravity load and the punching shear resistance,
approximately equal to 55%.
For a more complete analysis the results obtained were compared to two other
specimens from previous experimental campaigns also conducted at FCT/UNL. These
two slabs were designed with top flexural reinforcement ratio (!=0,96%) that lies
between the two tested in this dissertation, one with no shear-reinforcement and the other
with headed studs.
Results showed that the reduction of flexural reinforcement resulted in a more
ductile behavior of the specimens and in a higher drift capacity. The high flexural ratio
added to one specimen improved the maximum unbalanced moment capacity but also
made the slab fail in a more brittle mode. As expected, the specimen with shear headed
studs supported the highest drifts and ended up not failing during this experimental
campaign, reaching the test setup upper limit.
A presente dissertação estuda o comportamento de lajes fungiformes submetidas a carga vertical constante e carregamento horizontal cíclico, sendo a continuação de trabalhos realizados anteriormente no Departamento de Engenharia Civil da FCT/UNL. O principal objetivo deste trabalho é estudar a influência da variação da taxa de reforço longitudinal na resposta sísmica de lajes fungiformes. Assim, três modelos de lajes fungiformes com variação da taxa de armadura longitudinal foram fabricados e testados, dois com a mesma taxa de !=0,64% e outro com !=1,34%. Um dos modelos com baixa taxa de armadura longitudinal foi reforçado com reforço específico ao punçoamento. Todas as lajes possuíam as mesmas dimensões de 4,15 × 1,85 × 0,15 m3 e razão entre a carga vertical e a resistência ao punçoamento aproximadamente igual a 55%. Para uma análise mais completa, os resultados obtidos foram comparados com outros dois modelos testados anteriormente na FCT/UNL. Estas duas lajes possuíam uma taxa intermédia de reforço longitudinal (!=0,96%), uma sem armadura específica de punçoamento e a outra contendo “shear studs”. Os resultados mostraram que a redução da taxa de armadura longitudinal resultou num comportamento mais dúctil das lajes e numa capacidade maior de deslocamentos horizontais. A utilização da taxa mais elevada de armadura longitudinal laje melhorou a capacidade máxima de momentos não balanceados, mas também fez com que a estrutura tivesse uma rotura mais frágil. Como esperado, o modelo com “studs” suportou os maiores “drifts” e acabou não rompendo durante o ensaio, devido a ter sido atingido o limite do sistema de ensaio.
A presente dissertação estuda o comportamento de lajes fungiformes submetidas a carga vertical constante e carregamento horizontal cíclico, sendo a continuação de trabalhos realizados anteriormente no Departamento de Engenharia Civil da FCT/UNL. O principal objetivo deste trabalho é estudar a influência da variação da taxa de reforço longitudinal na resposta sísmica de lajes fungiformes. Assim, três modelos de lajes fungiformes com variação da taxa de armadura longitudinal foram fabricados e testados, dois com a mesma taxa de !=0,64% e outro com !=1,34%. Um dos modelos com baixa taxa de armadura longitudinal foi reforçado com reforço específico ao punçoamento. Todas as lajes possuíam as mesmas dimensões de 4,15 × 1,85 × 0,15 m3 e razão entre a carga vertical e a resistência ao punçoamento aproximadamente igual a 55%. Para uma análise mais completa, os resultados obtidos foram comparados com outros dois modelos testados anteriormente na FCT/UNL. Estas duas lajes possuíam uma taxa intermédia de reforço longitudinal (!=0,96%), uma sem armadura específica de punçoamento e a outra contendo “shear studs”. Os resultados mostraram que a redução da taxa de armadura longitudinal resultou num comportamento mais dúctil das lajes e numa capacidade maior de deslocamentos horizontais. A utilização da taxa mais elevada de armadura longitudinal laje melhorou a capacidade máxima de momentos não balanceados, mas também fez com que a estrutura tivesse uma rotura mais frágil. Como esperado, o modelo com “studs” suportou os maiores “drifts” e acabou não rompendo durante o ensaio, devido a ter sido atingido o limite do sistema de ensaio.
Descrição
Palavras-chave
Flat slab punching shear reinforced concrete flexural reinforcement studs horizontal cyclic loads
