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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A determinação da temperatura de cristalização em laboratório é um processo demorado,
tendo consequência no tempo de resposta ao cliente e, para além disso, acarreta custos para o
laboratório, nomeadamente em matérias-primas. Assim sendo, o presente estudo tem como
objetivo propor metodologias de previsão da temperatura de cristalização de adubos líquidos e,
posteriormente, uma análise de risco aos fatores que mais impacto podem apresentar na
temperatura de cristalização.
O estudo engloba 360 resultados de temperaturas de cristalização divididos em 15
sistemas de acordo com as matérias-primas presentes na formulação do adubo. O método
proposto estima a temperatura de cristalização com base nas reações que podem ocorrer entre
matérias-primas e nos sais que se possam formar. A temperatura de cristalização obtida pelo
método foi estimada de acordo com a curva de solubilidade ou de cristalização, dependendo do
sal que se forma na fase sólida.
Após a implementação do método concluiu-se que 75% dos resultados se encontram
dentro dos limites estipulados, sendo que o sistema Ureia-H3PO4-KCl tem um sucesso de
previsão de 92%, os sistemas 20N-H3PO4-KNO3 e 32N-H3PO4-KNO3 de 85% e 90%,
respetivamente.
Por último, com o propósito de determinar quais os fatores que mais impacto apresentam
na temperatura de cristalização, identificou-se 10 riscos e realizou-se uma análise de risco
através da ferramenta de análise dos modos de falha e seus efeitos (AMFE). Desta concluiu-se
que as causas com mais impacto são impurezas, contaminação cruzada, ião comum e a
reprodutibilidade do método.
Descrição
Palavras-chave
Adubos Líquidos Temperatura de Cristalização Metodologia de Previsão Análise de Risco
