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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O presente trabalho estuda os processos de construção da Terra Firme da Ilha de Moçambique entre 1763 e 1802 num contexto de crescimento populacional, de intensificação do tráfico negreiro, de reforço da actividade agrícola e, em geral, da sua afirmação enquanto capital da capitania de Moçambique. Ainda que o desenvolvimento das terras fronteiras à Ilha de Moçambique já tenha sido notado pela historiografia, a forma como decorreu esse desenvolvimento encontra-se pouco estudada. Assim, num primeiro momento, procura-se avaliar o papel desempenhado pelo comércio e pela agricultura na territorialização da colonização portuguesa e a resistência oposta pelas populações africanas a essa territorialização. Num segundo momento, procura-se discutir a forma como estas terras foram incorporadas na Monarquia portuguesa, conhecer o regime jurídico que enquadrou a sua posse e propriedade e os protagonistas destes processos.
Apesar de o território continental sob domínio português ocupar uma área muito limitada na segunda metade de Setecentos, verifica-se como no final do século a presença portuguesa se alargou um pouco para além dos limites anteriores e, sobretudo, como se intensificou a apropriação económica e política desse espaço colonial.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Historia Moderna e dos Descobrimentos
Palavras-chave
Ilha de Moçambique Século XVIII Territorialização Agricultura e comércio Regime jurídico da posse da terra Império português
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
