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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Após a proibição da utilização de dióxido de titânio (E171) no mercado Francês, muitas
empresas por toda a Europa decidiram começar a substituir este aditivo nos seus produtos. Recentemente em outubro de 2020 o Parlamento Europeu levantou uma objeção contra a proposta
de emenda à especificação e utilização de E171, que foi aceite. Foi pedido à Comissão que
aplique o princípio de precaução e que remova o E171 da lista de aditivos alimentares permitidos
na União Europeia. Estes desenvolvimentos podem resultar na proibição de E171 num futuro
próximo, que teria um impacto enorme dada a sua utilização em diversas aplicações. Este trabalho pretendeu testar diferentes estratégias de substituição de E171 em seis pré-preparados
de creme de pasteleiro na Empresa X. As estratégias testadas foram misturas lácteas, corantes,
e misturas emulsionantes. A substituição mais viável foi com emulsionante ME2 e foi submetida
a avaliação de características organoléticas, colorimétrica, de estabilidade (calor e sinérese), de
aplicação, de qualidade (pH e textura) e de custo financeiro. Os resultados indicaram que o
emulsionante ME2 apresenta uma capacidade opacificante semelhante a E171 numa substituição de 1:5, no entanto resultam diferenças reológicas que necessitam ser avaliadas com maior
detalhe. Este trabalho indica que neste tipo de produtos é possível substituir E171 utilizando
emulsionantes.
Descrição
Palavras-chave
Dióxido de titânio substituição de E171 aditivo alimentar corante cremes de pasteleiro
