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Jacques Rancière e Agnes Varda no intervalo entre cinema e política

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Para Jacques Rancière, o cinema existe sob a forma de um sistema de intervalos e de impropriedades entre as diversas coisas que usam o mesmo nome – cinema -, sem serem membros de um mesmo corpo. Pensar o cinema implica, como tal, assumir esta ideia de que não existe um só conceito que reúna todas as significações de cinema, mas também considerar que, como em qualquer homonímia, existe um espaço comum de pensamento, sendo que o espaço de pensamento do cinema é, precisamente, aquele que se desenvolve nestes intervalos. Pensando no seio de um dos intervalos que o autor identifica – o intervalo entre cinema e política -, nesta dissertação procuramos perceber de que modo o cinema de Agnès Varda é político, isto é, em que medida reconfigura aquilo que Rancière designa por Partilha do Sensível. Por outras palavras, procuramos pensar de que forma os filmes de Varda reconfiguram a lei implícita que governa a ordem sensível, que define lugares e formas de participação num mundo comum, que determina aquilo que é visível, audível e o que pode ser dito, pensado ou feito.

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia, Área de Especialização em Estética

Palavras-chave

Partilha do sensível Política Cinema Emancipação

Contexto Educativo

Citação

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Fascículo

Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

Licença CC