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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As relações luso-britânicas desde a formação do reino português foram, grosso modo,
um vector estruturante da política externa de ambas as coroas. O Tratado de aliança de
1661, integrado na conjuntura europeia de francos antagonismos entre as principais
potências e na guerra da Restauração portuguesa, marcou uma nova fase do
relacionamento entre os dois Reinos. Naquele acordo foi ajustado, entre outras
estipulações, a entrega da ilha de Bombaim, num processo de transferência tornado difícil
pela acção do vice-rei português, que procurou evitar quanto pode a sua efectivação. Este
entrave originou a eclosão de tensões entre Goa e os oficiais régios britânicos, estendendose
para a Europa, não tendo, todavia, repercussões na aliança das duas Coroas. Os
antagonismos perduraram com o novo governo britânico em Bombaim e a resistência dos
religiosos e grandes fidalgos locais e com as restrições que foram impostas pelos
Portugueses, limitando o crescimento da possessão da Coroa britânica, que desde cedo
demonstrou pouca disponibilidade para aquela empresa, acabando por transferir Bombaim
para a Companhia Inglesa das Índias, após três anos de governo efectivo.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau
de Mestre em História da Expansão e dos Descobrimentos Portugueses
Palavras-chave
Relações luso-britânicas Tratado de 1661 Estado da Índia Bombaim East India Company
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
