| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 1.26 MB | Adobe PDF |
Orientador(es)
Resumo(s)
Num mundo em mudança permanente e evolutiva, a ideia tripartida de poderes perdeu a forma quer fisicamente quer teoricamente e transformou-se politicamente. Afastado, o Poder Judicial terá de fazer um caminho em busca da afirmação própria sob pena de se esfumar num mundo em que os poderes financeiros e económicos ditam as regras, relegando para segundo plano princípios fundamentais de direito e reduzindo a dignidade humana a uma questão poética e nada mais.
Numa era de cruzamento de informação a uma velocidade vertiginosa, o Poder Judicial terá de, urgentemente, colocar-se em dia e aprender a comunicar, quer internamente quer de dentro para fora quer abrindo portas de fora para dentro.
Quem melhor que os Media e a era da informação, para dar forma a uma afirmação pública daquele que, administrando a justiça em nome do titular da Soberania, tem como missão fazer cumprir o Direito?
Num mundo dinâmico o Poder Judicial tem de sair de dentro dos livros e das salas de audiência porque toda a sua tarefa, missão ou dever é o de gerir e administrar a Justiça em nome do povo e para o povo e esse, vive no exterior e num mundo em completa e permanente mutação.
Urge que o Poder Judicial seja hoje, mais do que nunca, um agente vivo da política mundial, o regulador de uma nova ordem jurídica a braços com outros desafios, outros poderes, mas com os mesmos princípios fundamentais, e que o demonstre através, também, de formas de comunicar que lhe são exteriores.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Comunicação, Media e Justiça
Palavras-chave
Soberania Poder Lei Direito Sistema de Justiça Comunicação Media Poder Judicial Independência
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
