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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Esta dissertação pretende traçar alguns dos novos caminhos para a
representação da alteridade no documentário contemporâneo. O reconhecimento das
falhas dos modos de representação modernos no documentário e a necessidade
emergente de romper conotações do género com os discursos do real trazem à tona
novas formas de construção de narrativas sobre o outro. Estes novos modos de
representação nascem de pontos de tensão entre o vínculo do documentário à
realidade e a perceção da fragilidade e da passibilidade de fragmentação do olhar
mediador do realizador. Esta análise é complementada através do estudo da presença
do simulacro e da auto narrativa como meios de contar histórias sobre o outro em dois
filmes contemporâneos: "Arraianos" (2012) de Eloy Enciso e "É na Terra não é na Lua"
(2011) de Gonçalo Tocha.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do
grau de Mestre em Ciências da Comunicação, vertente Cultura Contemporânea e Novas
Tecnologias
Palavras-chave
Documentário Ficção Alteridade Autobiografia Discurso do real Realismo Cinema observacional Subjetividade Narrativa
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
