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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação tem por intuito analisar um dos heterónimos menos conhecidos
de Fernando Pessoa: o Barão de Teive. Através da sua única obra, em prosa, intitulada A
Educação do Estóico, pretende-se perceber o ponto de vista do heterónimo sobre a
realidade e constatar a coerência ou incoerência do seu discurso. Para esta abordagem é
essencial, por um lado, o fenómeno da lucidez de que o heterónimo está impregnado e,
por outro, da emoção, igualmente presente. A relação do autor com o mundo também se
averigua por intermédio das críticas por ele dirigidas aos pessimistas, que funcionam
como exemplos de inferioridade. Como consequência da sua perspectiva, analisaremos,
ainda, em que medida o Barão de Teive é vítima da necessidade de criar uma arte
superior libertadora que não se verifica. Por fim, pretendemos explorar o carácter
duvidoso da verdade individual e em que medida influencia a visão do heterónimo sobre
o binómio vida/morte.
Descrição
Dissertação apresentada para cumprimentos dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia Geral
Palavras-chave
Lucidez Emoção Realidade Verdade Vazio
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
