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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Num
país
onde
menos
crianças
nascem
cada
vez
mais
tarde,
fazendo
com
que
a
necessidade
de
haver
docentes
para
as
ensinar
seja
menor,
gerando-‐se
desemprego
neste
setor
pelas
escolas
que
fecham
ou
são
integradas
noutras,
ou
até
pelas
alterações
legislativas
quanto
ao
número
de
docentes
necessários
em
cada
escola
e
alunos
por
turma,
importa
perceber
em
que
medida
os
docentes
são
felizes
na
organização
onde
trabalham
e
na
função
que
desempenham.
Através
da
aplicação
do
questionário
Happiness
Works
a
136
docentes
descobrimos
que
estes
são
infelizes
organizacionalmente,
sendo
mais
felizes
na
função
que
exercem
do
que
no
local
onde
trabalham.
Entrevistaram-‐se
ainda
6
docentes
(3
felizes
e
3
infelizes
organizacionalmente)
que
relataram
o
impacto
negativo
que
certos
aspetos
da
conjuntura
atual
têm
sobre
a
sua
felicidade
organizacional:
a
remuneração,
a
redução
do
número
de
alunos
e
a
gestão
dos
recursos
humanos,
devido
às
constantes
mudanças
na
legislação.
Este
estudo
demonstrou
que,
apesar
de
toda
a
envolvência
em
que
está
mergulhada
a
docência,
os
objetivos
que
os
docentes
devem
cumprir
são
cumpridos.
Eles
são
felizes
na
função
que
desempenham
por
causa
dos
alunos
e
por
gostarem
do
que
fazem
mas
o
seu
empenho
não
se
reflete
na
remuneração
que
recebem.
Descrição
Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação
Palavras-chave
Felicidade Felicidade no trabalho Felicidade organizacional
Contexto Educativo
Citação
Editora
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa
