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Orientador(es)
Resumo(s)
Alguns estudos têm demonstrado que a participação em aulas de música no pré-escolar tem influência no desenvolvimento da consciência fonológica (Degé et al., 2011; Vidal et al., 2020). A maioria das investigações apresenta um design longitudinal e verifica-se que a seleção de materiais e métodos varia amplamente. Este artigo analisa a seleção de repertório no âmbito de uma investigação neste campo de estudo e que incluiu uma intervenção de 18 sessões realizadas em 2024, envolvendo 47 crianças dos 4 aos 6 anos de idade, residentes em S. Miguel, Açores. O programa desenhado incluiu 23 canções e 8 cantos rítmicos. Foram usadas todas as tonalidades (maior, menor, dórica, frígia, lídia, mixolídia, eólia, lócria) e métricas usuais e não usuais. A análise é orientada por critérios de planificação de aulas de música que valorizam a variedade métrica e tonal, canções com e sem palavras e a integração do movimento fluido e contínuo nas atividades — segundo os princípios da Teoria de Aprendizagem Musical (Gordon, 2015) —, destacando a sua relação intrínseca com a promoção da consciência fonológica. Discute-se ainda o papel do professor enquanto compositor de material musical para uso em sala de aula e a importância para o seu desenvolvimento musical e artístico.
Descrição
UID/00693/2025
https://doi.org/10.54499/UID/00693/2025
Palavras-chave
Teoria de aprendizagem musical Professor-compositor Consciência fonológica Repertório musical Pré-escolar
