Publicação
Das fronteiras de gênero às fronteiras discursivas: aforismos, fragmento e ensaio
| dc.contributor.author | Topa, Helena | |
| dc.date.accessioned | 2012-02-02T17:33:29Z | |
| dc.date.available | 2012-02-02T17:33:29Z | |
| dc.date.issued | 1998 | |
| dc.description | pp. 23-33 | en_US |
| dc.description.abstract | A maioria daqueles que escrevem aforismos são tipos pouco simpáticos. As pessoas que se acautelem. Eles iludem-se acerca da verdade, pensando que ela se compõe de pequenas verdades isoladas, que podem ser apanhadas como as moscas. Basta ter um mata-moscas à mão e zás! Uma verdade, prás! Um aforismo. Depois enchem-se grossos volumes ou brochuras bibliófilas e, na verdade, não passam de uma colecção de moscas mortas. O verdadeiro escritor de aforismos é um tipo raro. Para ele, o aforismo não é o resultado final de um acto do pensamento, mas sim o testemunhar dramático do processo mesmo de pensar. O pensamento cristaliza- se inesperadamente, em pleno processo de realização. A reflexão líquida adensa-se num momento fortuito e toma corpo, não como sabedoria disponível, não como sentença ou dizer de almanaque, mas como desafio a entrar naquele percurso do pensar, que ali se condensou num pedaço de linguagem; desafio a dissolver de novo o que se cristalizou, e a entregar-se ao seu imprevisível rumo, à sua torrente provavelmente caudalosa." | en_US |
| dc.identifier.issn | 0871-2778 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10362/6948 | |
| dc.language.iso | por | en_US |
| dc.publisher | Colibri | en_US |
| dc.relation.ispartofseries | N. 11; | |
| dc.title | Das fronteiras de gênero às fronteiras discursivas: aforismos, fragmento e ensaio | en_US |
| dc.type | journal article | |
| dspace.entity.type | Publication | |
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| rcaap.rights | openAccess | en_US |
| rcaap.type | article | en_US |
