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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A profunda renovação da imagem do poder levada a cabo por D. João V — por
razões estratégicas de afirmação interna e externa do Reino e, por conseguinte, do
monarca que o protagonizava — projectar-se-ia, necessariamente, numa renovação
da imagem do Rei e da cenografia em que se move, que se pretendiam pautadas pelos
critérios
europeus,
que
o
mesmo
é
dizer
de
matriz
versalhesca.
A
sua
afirmação,
porém,
como
a
sua
difusão,
impunham
um
investimento
sistemático
nas
diversas
áreas
artísticas
que
poderiam
codificá-la,
fixá-la
e
projectá-la
em
círculos
de
maior
ou
menor
amplitude.
É
neste
contexto
que
—
a
par
de
outros
géneros,
como
a
gravura,
a
medalhística
e
a
numismática
ou
o
monumento
(e
com
eles
se
inter-relacionando)
—
se
afirma
a
importância
estratégica
do
retrato
de
Corte.
Neste
artigo
procura
analisar-se
esse processo,
bem como
a conjuntura
em que se desenvolve.
Descrição
Revista do IHA, N.5 (2008), pp.132-151
Palavras-chave
D. João V Retrato Barroco Imagem do poder Escultura
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto de História da Arte - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/UNL
