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Publicação

Infecção activa pelo vírus citomegálico humano em doentes internados com sépsis numa unidade de cuidados intensivos

dc.contributor.advisorPaixão, Paulo
dc.contributor.advisorVideira, Paula
dc.contributor.authorRamos, Patrícia Alexandra Ferreira
dc.date.accessioned2014-07-28T16:33:51Z
dc.date.available2014-07-28T16:33:51Z
dc.date.issued2014
dc.descriptionDissertação para obtenção de Grau de Mestre em Microbiologia Médica pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboapor
dc.description.abstractNos últimos tempos a reactivação do Cytomegalovirus (CMV) tem sido considerada um factor de agravamento nos doentes diagnosticados com sépsis das Unidades de Cuidados Intensivos (UCI). Na presente investigação foram estudados 22 doentes diagnosticado com sépsis da UCI do Hospital da Luz, tendo a reactivação ocorrido em 8 (36,3%) dos doentes. A detecção do ADN do CMV foi realizada por duas técnicas de PCR em tempo real, uma in house e uma comercial (CMV HHV6,7,8 R-geneTM, bioMérieux), estando presente entre ambas as técnicas uma correlação positiva e significativa. Não foram encontradas relações entre a reactivação do CMV e o sexo (p=1), idade (p=0,330), tempo de permanência na UCI (p=0,973), duração da ventilação mecânica (p=0,681) e morte do doente (p=1). Contudo, os doentes com reactivação do CMV apresentaram um maior tempo de internamento no hospital desde a entrada da UCI até a alta hospitalar ou morte do doente (p=0,025). Foram comparadas as concentrações de nove citocinas (IL-1α, IL-1β,IL-2, IL-4, IL-6, IL-8, IL-10, TNF-α, e INFγ) através de uma técnica de ELISA Muliplex (Q-PlexTM Array Chemiluminescent), nos doentes diagnosticados com sépsis tendo em conta a reactivação do CMV. Não foram encontradas diferenças nas concentrações das citocinas nos doentes com e sem reactivação. Também não foi encontrada uma relação entre carga viral e o agravamento do estado clínico do doente. Apesar da baixa amostragem ter condicionado os resultados, o presente estudo confirmou que a reactivação do CMV está presente nos doentes da UCI diagnosticados com sépsis, prolongando o tempo de permanência no hospital destes doentes. Contudo, não foram encontrados perfis específicos de citocinas antes e durante a reactivação.por
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/13011
dc.language.isoporpor
dc.publisherFaculdade de Ciências e Tecnologiapor
dc.titleInfecção activa pelo vírus citomegálico humano em doentes internados com sépsis numa unidade de cuidados intensivospor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor

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