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Orientador(es)
Resumo(s)
O número de alunos falantes das variedades africanas e brasileira do português tem aumentado nas escolas portuguesas nos últimos anos. As questões suscitadas por contextos de aprendizagem em que coexistem estas variedades motivam a investigação sobre conhecimentos, valorização e práticas pedagógicas relativamente a variação linguística, enquadrada por estudos de conceções para o ensino de outras línguas. O presente artigo pretende contribuir para uma caracterização das conceções predominantes de futuros professores e professores em exercício sobre a variação linguística em sala de aula. Mais concretamente, pretende-se comparar as conceções de futuros professores e professores em exercício relativamente às seguintes dimensões: (i) conhecimento sobre variação linguística; (ii) impacto do uso de diferentes variedades do português em sala de aula; (iii) práticas de ensino sobre variação linguística. O estudo, desenvolvido a partir de uma análise quantitativa de respostas a um questionário por 56 futuros professores e 40 professores em exercício, evidencia conceções globalmente positivas da variação. Diferenças significativas entre conceções de futuros professores e professores em exercício e algumas contradições manifestadas pelos participantes apontam para a urgência de mais investigação que fundamente uma pedagogia linguística e culturalmente responsiva
Descrição
UID/03213/2025
https://doi.org/10.54499/UID/03213/2025
Palavras-chave
Conceções de professores Variação linguística Língua pluricêntrica Variedades africanas do português Variedade brasileira do português
