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Resumo(s)
This thesis adopts a qualitative, interpretive approach to examine and compare how China and Russia construct and project strategic narratives in Africa. The analysis is grounded in Strategic Narrative Theory (SNT), as developed by Miskimmon, O’Loughlin and Roselle, and complemented by contemporary theories of Information and Hybrid Warfare. Under the overarching term of "Narrative Warfare", first introduced by Ajit Maan, the study explores how both states seek to shape the opinions and behavior of African actors to secure strategic influence.
These strategies are extracted by analyzing primary sources, mostly state-owned media and governmental channels, supplemented by secondary literature and analytical reports. Multiple case studies are employed to demonstrate both actors’ general strategies. The respective Narrative Warfare strategies are laid out and subsequently compared, leading to an assessment of their underlying concepts, aims and overall compatibility on the African continent.
The comparison highlights both convergences and divergences in Chinese and Russian Narrative Warfare strategies. This raises broader questions about whether these geopolitical powers follow complementary or conflicting approaches in Africa and what the implications of such dynamics may be for the future.
Esta tese adota uma abordagem qualitativa e interpretativa para examinar e comparar como a China e a Rússia constroem e projetam narrativas estratégicas em África. A analise baseia-se na Teoria da Narrativa Estratégica (Strategic Narrative Theory - SNT), desenvolvida por Miskimmon, O'Loughlin e Roselle, e complementada por teorias contemporâneas de Guerra de Informação e Guerra Híbrida. Sob o termo abrangente de «Guerra Narrativa» (Narrative Warfare), introduzido pela primeira vez por Ajit Maan, o estudo explora como ambos os Estados procuram moldar as opiniões e o comportamento dos atores africanos para garantir influência estratégica. Estas estratégias são extraídas através da análise de literatura primária, principalmente meios de comunicação social estatais e canais governamentais, complementada por literatura secundaria e relatórios analíticos. São utilizados vários estudos de caso para demonstrar as estratégias gerais de ambos os atores. As respetivas estratégias de Guerra Narrativa são apresentadas e, por fim, comparadas, levando a uma avaliação do seu conceito subjacente, do seu objetivo e da sua compatibilidade geral no continente africano. A comparação destaca tanto as convergências como as divergências nas estratégias de Guerra Narrativa chinesa e russa. Isto levanta questões mais amplas sobre se estas potências geopolíticas seguem abordagens complementares ou conflitantes em África e quais podem ser as implicações de tal dinâmica para o futuro.
Esta tese adota uma abordagem qualitativa e interpretativa para examinar e comparar como a China e a Rússia constroem e projetam narrativas estratégicas em África. A analise baseia-se na Teoria da Narrativa Estratégica (Strategic Narrative Theory - SNT), desenvolvida por Miskimmon, O'Loughlin e Roselle, e complementada por teorias contemporâneas de Guerra de Informação e Guerra Híbrida. Sob o termo abrangente de «Guerra Narrativa» (Narrative Warfare), introduzido pela primeira vez por Ajit Maan, o estudo explora como ambos os Estados procuram moldar as opiniões e o comportamento dos atores africanos para garantir influência estratégica. Estas estratégias são extraídas através da análise de literatura primária, principalmente meios de comunicação social estatais e canais governamentais, complementada por literatura secundaria e relatórios analíticos. São utilizados vários estudos de caso para demonstrar as estratégias gerais de ambos os atores. As respetivas estratégias de Guerra Narrativa são apresentadas e, por fim, comparadas, levando a uma avaliação do seu conceito subjacente, do seu objetivo e da sua compatibilidade geral no continente africano. A comparação destaca tanto as convergências como as divergências nas estratégias de Guerra Narrativa chinesa e russa. Isto levanta questões mais amplas sobre se estas potências geopolíticas seguem abordagens complementares ou conflitantes em África e quais podem ser as implicações de tal dinâmica para o futuro.
Descrição
Palavras-chave
China Russia Narrative Warfare strategies Geopolitical powers China Rússia Estratégias de guerra narrativa Potências geopolíticas
