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Resumo(s)
Introduction: The world as we knew it was invaded by a major public health crisis due to SARS-CoV-2. Thus arose the need to investigate the relationship between body composition and eating habits of post-infected patients, since, to date, evidence about this potential relationship was scarce.
Objectives: To relate the nutritional status and adhering to the Mediterranean diet of individuals who were infected by SARS-coV-2 with the existence of symptoms and their persistence in acute infection and post-covid condition.
Methodology: An observational and cross-sectional analytical epidemiological study, applied to a sample of people over 18 years of age, infected with SARS-coV-2 between 30/10/2020 and 03/02/2022. Twenty-nine participants were recruited. Nutritional status (body composition and food intake) was assessed, and a questionnaire was applied, with questions related to sociodemographic and health characteristics, physical activity, and Mediterranean diet adhering. Data collection took place between June 2021 and March 2022.
Results: The 29 participants had an age of 27.0 years (22.0-42.5) and body mass index (BMI) of 22.0kg/m2 (20.5-24.1). The BMI classification seems to have a perfect association (Cramer V 1.000; p=0.034) with the presence of symptoms in the acute phase. On the other hand, increasing age is associated with a higher probability that symptoms will persist more than 12 weeks after initial infection (OR=1.109; CI95%: 1.001-1,228; p=0.047). A low intake of vitamins D, E, Iron and fiber was reported.
Conclusions: Advancing age seems to be related to persistent symptomatology due to SARS-coV-2 infection and a higher BMI appears to be related to the presence of symptoms in acute infection, in line with existing research. Age is a non-modifiable factor, but BMI is, and therefore preventive nutrition should be increasingly emphasized.
Introdução: O mundo como o conhecíamos foi invadido por uma grande crise de saúde pública devido ao SARS-CoV-2. Surgiu assim a necessidade de investigar acerca da relação entre a composição corporal e os hábitos/padrões alimentares de pós-infetados, já que até à data, a evidência sobre esta potencial relação era escassa. Objetivos: Relacionar o estado nutricional e a adesão à dieta mediterrânica dos indivíduos que foram infetados pelo SARS-coV-2 com a existência de sintomas e a sua persistência, na infeção aguda e na condição pós-covid. Metodologia: estudo epidemiológico analítico observacional e transversal, aplicado a uma amostra de pessoas com idade superior a 18 anos, infetadas com SARS-coV-2 entre 30/10/2020 e 03/02/2022. Foram recrutados 29 participantes. Foi realizada a avaliação do estado nutricional (composição corporal e ingestão alimentar) e aplicado um questionário, com questões relativas às características sociodemográficas e de saúde, atividade física e de adesão à Dieta Mediterrânica. A recolha de dados aconteceu entre junho de 2021 e março de 2022. Resultados: Os 29 participantes tinham uma idade mediana de 27,0 anos (22,0-42,5) e índice de massa corporal (IMC) de 22,0kg/m2 (20,5-24,1). A classificação do IMC parece ter uma associação perfeita (V de Cramer 1,000; p=0,034) com a presença de sintomas em fase aguda. Já o aumento da idade associa-se a uma maior probabilidade de os sintomas persistirem mais de 12 semanas após infeção inicial (OR=1,109; IC95%: 1,001-1,228; p=0,047). Foi reportada uma baixa ingestão de vitaminas D, E, Fe e fibra. Conclusões: O avançar da idade parece estar relacionado com sintomatologia persistente decorrente da infeção por SARS-coV-2 e um IMC maior aparenta estar relacionado com a presença de sintomas na infeção aguda, indo ao encontro da investigação já existente. A idade é um fator não modificável, mas o IMC sim, por isso, deve ser cada vez mais salientada a nutrição preventiva.
Introdução: O mundo como o conhecíamos foi invadido por uma grande crise de saúde pública devido ao SARS-CoV-2. Surgiu assim a necessidade de investigar acerca da relação entre a composição corporal e os hábitos/padrões alimentares de pós-infetados, já que até à data, a evidência sobre esta potencial relação era escassa. Objetivos: Relacionar o estado nutricional e a adesão à dieta mediterrânica dos indivíduos que foram infetados pelo SARS-coV-2 com a existência de sintomas e a sua persistência, na infeção aguda e na condição pós-covid. Metodologia: estudo epidemiológico analítico observacional e transversal, aplicado a uma amostra de pessoas com idade superior a 18 anos, infetadas com SARS-coV-2 entre 30/10/2020 e 03/02/2022. Foram recrutados 29 participantes. Foi realizada a avaliação do estado nutricional (composição corporal e ingestão alimentar) e aplicado um questionário, com questões relativas às características sociodemográficas e de saúde, atividade física e de adesão à Dieta Mediterrânica. A recolha de dados aconteceu entre junho de 2021 e março de 2022. Resultados: Os 29 participantes tinham uma idade mediana de 27,0 anos (22,0-42,5) e índice de massa corporal (IMC) de 22,0kg/m2 (20,5-24,1). A classificação do IMC parece ter uma associação perfeita (V de Cramer 1,000; p=0,034) com a presença de sintomas em fase aguda. Já o aumento da idade associa-se a uma maior probabilidade de os sintomas persistirem mais de 12 semanas após infeção inicial (OR=1,109; IC95%: 1,001-1,228; p=0,047). Foi reportada uma baixa ingestão de vitaminas D, E, Fe e fibra. Conclusões: O avançar da idade parece estar relacionado com sintomatologia persistente decorrente da infeção por SARS-coV-2 e um IMC maior aparenta estar relacionado com a presença de sintomas na infeção aguda, indo ao encontro da investigação já existente. A idade é um fator não modificável, mas o IMC sim, por isso, deve ser cada vez mais salientada a nutrição preventiva.
Descrição
Palavras-chave
Age BMI Mediterranean Diet Post-Covid SARS-CoV-2
