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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As our world heals from the pandemic crisis that COVID-19 wrought in these past years,
more and more business models and services are slowly being reinvented and re-adapted
to remote solutions that still provide value but at the distance of the end-user’s fingertips,
like mobile applications [42]. Although many business models can be easily ported to a
remote solution approach, other types of services like medical care tend to pose physical
challenges, namely physiotherapy.
A physiotherapist typically has to be present in order to interact with the patients
joints and limbs so it can accurately diagnose the patients current pathology, prescribe
the proper protocol for his rehabilitation, monitor his evolution and if needed re-calibrate
certain exercises based on the patients current condition.
With these challenges in mind, comes the implementation of a telerehabilitation system
named KNEEMOR which is an autonomous physiotherapy and monitoring system for
tracking knee flexion/extension range of motion (ROM).
Autonomous, because patients are able to do their rehabilitation exercises without the
presence of a physiotherapist thanks to feedback provided by a mobile application and
also through a prototype embedded with actuators and sensors that are used for capturing
the knee flexion/extension motion.
Monitoring, since physiotherapists can keep track of patient’s knee mobility progress,
provide partial diagnosis at a distance, prescribe the proper exercises for the patient’s
condition, re-calibrate these exercises if needed and have a historical view of the overall
progression of the patient’s knee ROM. A patient can monitor his knee ROM progress,
view the prescribed protocols and exercises, request medical appointments, export both
exercise and medical data in various formats, and also visualize the captured angle from
the prototype whilst performing an rehabilitation exercise, indicating if he performed the
movement correctly and if he has finished the exercise, hence promoting the concept of
patient autonomy.
Com o nosso mundo a recuperar da crise pandêmica que o COVID-19 provocou nestes últimos anos,modelos de negócio e serviços começam pouco a pouco a serem reinventados e adaptados a soluções remotas que continuem a oferecer o mesmo valor mas que estejam à distância de um click dos utilizadores, como é o caso das aplicações móveis [42]. Apesar de muitos modelos de negócio serem facilmente adaptáveis para uma solução remota, existem serviços como a medicina onde não é tão linear fazer esta transição, especialmente em especialidades que envolvam intervenção física como é o caso da fisioterapia. Um fisioterapeuta normalmente tem que interagir com os membros e articulações dos pacientes, de forma a conseguir diagnosticar corretamente e por sua vez prescrever os exercícios mais apropriados para a reabilitação do paciente, reabilitação que tipicamente ocorre em clínica sob a presença do fisioterapeuta. Com estes desafios em mente, implementou-se um sistema de tele-reabilitação chamado KNEEMOR, que consiste num sistema autónomo de fisioterapia e de monitorização sobre a mobilidade do joelho. Autónomo no aspeto de que, os pacientes podem realizar exercícios de reabilitação sem a presença de um fisioterapeuta, mas sim com o apoio de uma aplicação móvel e de um protótipo sensorial que dá feedback auditivo e visual quando o paciente realiza um exercício. Monitorização, visto que os fisioterapeutas podem efetuar a gestão dos vários pacientes remotamente, visualizar e observar métricas recolhidas do protótipo usado pelos pacientes, efetuar diagnósticos à distância, atribuir exercícios a pacientes e reajustar esses exercícios conforme a evolução do paciente e extrair relatórios referentes ao progresso do paciente. O paciente pode também monitorizar o seu progresso,visualizar os seus exercícios atribuídos, requisitar consultas médicas e extrair também relatórios referentes a exercícios efetuados.
Com o nosso mundo a recuperar da crise pandêmica que o COVID-19 provocou nestes últimos anos,modelos de negócio e serviços começam pouco a pouco a serem reinventados e adaptados a soluções remotas que continuem a oferecer o mesmo valor mas que estejam à distância de um click dos utilizadores, como é o caso das aplicações móveis [42]. Apesar de muitos modelos de negócio serem facilmente adaptáveis para uma solução remota, existem serviços como a medicina onde não é tão linear fazer esta transição, especialmente em especialidades que envolvam intervenção física como é o caso da fisioterapia. Um fisioterapeuta normalmente tem que interagir com os membros e articulações dos pacientes, de forma a conseguir diagnosticar corretamente e por sua vez prescrever os exercícios mais apropriados para a reabilitação do paciente, reabilitação que tipicamente ocorre em clínica sob a presença do fisioterapeuta. Com estes desafios em mente, implementou-se um sistema de tele-reabilitação chamado KNEEMOR, que consiste num sistema autónomo de fisioterapia e de monitorização sobre a mobilidade do joelho. Autónomo no aspeto de que, os pacientes podem realizar exercícios de reabilitação sem a presença de um fisioterapeuta, mas sim com o apoio de uma aplicação móvel e de um protótipo sensorial que dá feedback auditivo e visual quando o paciente realiza um exercício. Monitorização, visto que os fisioterapeutas podem efetuar a gestão dos vários pacientes remotamente, visualizar e observar métricas recolhidas do protótipo usado pelos pacientes, efetuar diagnósticos à distância, atribuir exercícios a pacientes e reajustar esses exercícios conforme a evolução do paciente e extrair relatórios referentes ao progresso do paciente. O paciente pode também monitorizar o seu progresso,visualizar os seus exercícios atribuídos, requisitar consultas médicas e extrair também relatórios referentes a exercícios efetuados.
Descrição
Palavras-chave
Physiotherapy Remote Physiotherapy Knee Rehabilitation Telerehabilitation Telehealth MHealth Motion Sensors
