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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Considerando o atual momento de desenvolvimento tecnológico dos meios de comunicação e informação, pretendemos destacar que a atividade de narrativa transmedia reproduz o momento/movimento criacionista do Big Bang, assim, gerando um movimento contínuo de autocriação e de auto expansão narrativa imersiva de acordo com os conceitos de Jenkins (2003; 2004; 2006; 2007; 2011), Scolary (2009) e Murray (1997). A presente reflexão toma como ponto de partida a conjugação cooperativa entre televisão e computador e enfoca a aceção de ato narrativo, à luz das narrativas lineares e não lineares, verificando que, na sua essência e condição de possibilidade (pacto narrativo), se mantém vigente nas narrativas não lineares, consideradas aqui como narrativas digitais interativas transmedia, Para isso, consideramos fundamental sublinhar que, por si mesmas, as narrativas lineares, já comportavam uma natureza hipertextual (Kristeva,1974) e de palimpsesto (Genette, 1982) que permite reconhecer-lhes uma natureza rizomática (Deleuze & Guattari,1987) e imersiva (Murray, 1997). Esperamos poder clarificar a nossa questão de partida: a atividade narrativa transmedia reproduz o momento criacionista do Big Bang, assim, gerando um movimento contínuo de autocriação e de auto expansão narrativa.
Descrição
UID/SOC/04647/2013
Palavras-chave
Narrativas Digitais Interativas Narrativas Transmedia Crossmedia Imersão Comunicação
Contexto Educativo
Citação
Editora
IPCA - Instituto Politécnico do Cávado e do Ave
