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Orientador(es)
Resumo(s)
A pandemia constituiu-se como um momento de aproximação ao EaD. O ensino formal e institucional na modalidade de EaD existe em Portugal desde a década de 1980, verificando-se o recurso a ferramentas típicas desta modalidade também no pós-pandemia na generalidade das instituições, ainda que em modelo presencial. A moldura conceptual do EaD ganha terreno, mesmo em ambiente presencial e a combinação entre o modelo tradicional e o EaD pode ser um enriquecimento no futuro do ensino, ainda que o EaD não seja ensino digital, como frequentemente é dito. Para além da modalidade em si, ambas ganhariam com a introdução de ferramentas e metodologias digitais, que permitem solidificar o processo de estudo fora das salas de aula, adequando-o aos interesses das novas gerações, mas garantindo-lhes riqueza de conteúdos e favorecendo o trabalho de pesquisa e de aprendizagem tanto no presencial, como no remoto. O mundo empresarial e comercial está atento a este contexto e divulga o (re)lançamento de plataformas de apoio, com uma panóplia de opções que vão desde a realização de apresentações à avaliação dos alunos. Como é que estas ferramentas digitais vêm influenciar o modelo de ensino tradicional (tal como também o EaD)? Como é que a inovação digital e a sua global utilização podem potenciar o uso de metodologias ativas e centradas no aluno? Sabendo que estamos sempre em mudança, e que precisamos de a acompanhar, e sabendo que a tecnologia é uma ferramenta e não uma estratégia (Machado, 2001), conseguiremos criar um sistema que corresponda aos interesses dos estudantes sem diminuir as virtudes do processo de ensino aprendizagem?
Descrição
UIDB/00417/2020
UIDP/00417/2020
Palavras-chave
EaD Pós-pandemia Meios digitais Ensino superior
Contexto Educativo
Citação
Editora
Instituto Politécnico de Viseu - Escola Superior de Educação
