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Publicação

O artista cibernético : o estatuto da inteligência artificial na música : análise de dois estudos de caso : a Lexikon Sonate e o EMI

datacite.subject.fosHumanidades::Filosofia, Ética e Religiãopt_PT
dc.contributor.advisorMolder, Maria Filomena
dc.contributor.advisorGuedes, Carlos
dc.contributor.authorVideira, Tiago Miguel Gonzaga
dc.date.accessioned2021-05-07T15:10:50Z
dc.date.available2021-05-07T15:10:50Z
dc.date.issued2007
dc.description.abstractApos a conclusão dos meus estudos superiores em Música, sempre me revi nas obras de arte de vanguarda e na contemporaneidade, pelo que com um mundo cada vez mais global e uma sociedade de informação cada vez mais expandida, as minhas inquietações começaram a recair sobretudo nos problemas que a estética estaria a atravessar. A informática, essa, uma minha grande conhecida e aliada, era agora um elemento incontornável da música que começava a ser também um grande factor de inquietação devido ao testar dos seus limites e transcendências. Com o contacto, desde cedo, tomado com os novos programas e linguagens informáticas que se propunham ser elas próprias compositoras de obras musicais, uma nova problemática estava lancada à estética: pode afinal uma inteligência artificial fazer arte? E, sendo assim, pode um computador ser um artista? Tendo isto em mente, ficou lancada a base para o que penso ser um estudo bastante curioso e frutífero. Ao longo deste trabalho proponho-me a analisar este fenómeno de forma bastante directa. Começarei por introduzir o problema apresentando um resumo histórico do que é a composição algorítmica ao longo dos tempos, ilustrada com diversos exemplos, desde a antiguidade até aos nossos dias. Tentarei explicar como funciona um computador musicalmente e como pode ele compor. De seguida, apresento dois programas que considero paradigmáticos e que serão a base da minha análise: a Lexikon Sonate de Karlheinz Essl, e o Experiments in musical Intelligence. de David Cope, explicando em que consistem e o seu funcionamento .Numa segunda parte, central do trabalho, procuro confrontar estes dois estudos de caso com definições de arte e artista, adequadas ao contexto em que eles se inserem. Procuro perceber e explicar os fenómenos estéticos que decorrem da sua utilização. Finalmente numa terceira parte, confronto a primeira com a segunda partes e tento analisar cada um dos programas por si definindo a sua ontologia e procurando retirar ilações dos fenómenos em causa chegando a uma conclusão sobre o seu estatuto ontologia e procurando retirar ilacôes dos fenomenos em causa. chegando a uma conclusão sobre o seu estatuto.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/117293
dc.language.isoporpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.titleO artista cibernético : o estatuto da inteligência artificial na música : análise de dois estudos de caso : a Lexikon Sonate e o EMIpt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Filosofia, especialização em Estéticapt_PT

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