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Publicação

A Gestão do Turismo de Natureza na Rede Nacional de Áreas Protegidas: a Carta de Desporto de Natureza do Parque Natural de Sintra-Cascais

dc.contributor.advisorSilva, Carlos Pereira da
dc.contributor.authorLaranjo, José Manuel
dc.date.accessioned2012-02-22T16:10:14Z
dc.date.available2012-02-22T16:10:14Z
dc.date.issued2011-08
dc.descriptionDissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão do Territórioen_US
dc.description.abstractO presente estudo problematiza a dinâmica territorial do Turismo de Natureza na Rede Nacional de Áreas Protegidas, identificando ameaças e oportunidades que as Actividades de Animação Turística e as Actividades Físicas de Aventura na Natureza colocam, analisando e sugerindo medidas para optimizar os processos de planeamento e gestão. Um dos principais propósitos deste estudo é verificar a eficácia dos modelos de gestão territorial existentes, nesta era de “retorno à natureza” caracterizada pelo lazer activo, materializado na proliferação de actividades de aventura, actores, fluxos e por uma nova geografia do efémero uso dos lugares de prática. Com o propósito de fazer o diagnóstico da situação actual, submetemos um questionário às 25 áreas classificadas da Rede Nacional de Áreas Protegidas, de modo a conhecer a situação e aptidão de cada Área Protegida para a prática das actividades de animação turística, os promotores, os impactes socio-ambientais e as medidas de mitigação, o estado actual dos processos de elaboração e implementação das Cartas de Desporto de Natureza, o nível de envolvimento e responsabilização dos diversos actores locais, os pontos fortes e fracos da gestão, as oportunidades e os constrangimentos decorrentes do novo enquadramento jurídico. Num segundo momento analisamos, em estudo de caso, alguns aspectos do processo de elaboração e de implementação da CDN do Parque Natural de Sintra-Cascais. Uma das principais conclusões deste trabalho é a constatação que as AP, em Portugal, não dispõem dos meios e condições indispensáveis para acolher e promover a animação turística e compatibilizá-la com a gestão territorial sustentável dos recursos naturais. A gestão, regra geral, parece caracterizar-se por ser casuística em vez de sistémica, reactiva em vez de pró-activa, passiva em vez de activa, punitiva em vez de preventiva, isolada em vez de partilhada, centralizada em vez de regionalizada. Acreditamos, no entanto, que esta situação pode e deve ser alterada. Não só, porque em tempos de crise económica os recursos endógenos ganham uma importância estratégica acrescida, mas também porque o emergente mercado do turismo de natureza assim o exigirá.en_US
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10362/7121
dc.language.isoporen_US
dc.publisherFaculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboaen_US
dc.subjectActividades Físicas de Aventura na Natureza;en_US
dc.subjectCarta de Desporto de Naturezaen_US
dc.subjectConservação e valorização dos recursos naturaisen_US
dc.subjectplaneamento e gestãoen_US
dc.subjectRede Nacional de Áreas Protegidasen_US
dc.subjectTurismo de Naturezaen_US
dc.titleA Gestão do Turismo de Natureza na Rede Nacional de Áreas Protegidas: a Carta de Desporto de Natureza do Parque Natural de Sintra-Cascaisen_US
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
my.embargo.termsnullen_US
rcaap.rightsopenAccessen_US
rcaap.typemasterThesisen_US

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