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As «Marcas de Oleiro» na terra sigillata e a circulação dos vasos na Península de Lisboa

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O desenvolvimento do estudo presente permitiu reunir 647 exemplares de terra sigillata recolhidos nas antigas ciuitates de Scallabis, Olisipo e Eburobrittium, a amostragem mais ampla da fachada atlântica ocidental da Hispania, tendo-se explorado o seu contributo para o esclarecimento da história das três cidades e do povoamento romano disperso. Da amostragem foi possível concluir o papel chave enquanto redistribuidores desempenhado pelos três centros urbanos, também portuários, e aferir dos períodos de maior consumo da terra sigillata, indicadores dos ritmos de introdução deste hábito cultural mas também, e sobretudo, dos ciclos económicos. Destes destaca-se a precocidade da adopção da classe cerâmica, explicada pela fixação de contigentes populacionais itálicos, como confirmar para a região momentos de maior vitalidade nos finais do principado de Augusto e inícios do de Tibério e, depois, com Nero e a primeira parte do principado de Vespasiano, e por oposição, um clima de contração entre Tibério e inícios de Cláudio e a partir do final dos Flávios, com especial incidência a partir de finais do período de Trajano.

Descrição

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História, especialidade em Arqueologia

Palavras-chave

Olisipo Lisboa Scallabis Santarém Eburobrittium Óbidos

Contexto Educativo

Citação

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Editora

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

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