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Estudo experimental da limitação de contaminantes através de jatos planos combinados com exaustão de ar

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Resumo(s)

Com o objetivo de melhorar a qualidade de ar no interior dos espaços, cada vez mais se recorre à utilização de cortinas de ar, que consistem num dispositivo mecânico que gera um jato de ar no plano da porta, funcionando com uma barreira aerodinâmica capaz de minimizar as trocas de energia e massa entre dois espaços contíguos. Neste trabalho apresenta-se o estudo experimental sobre a aplicação de cortinas de ar de jato plano vertical e descendente com o objetivo de assegurar a estanquidade a contaminantes (neste caso, fumo). Para o efeito, foram realizados ensaios em regime isotérmico, à escala real, em que a cortina de ar está situada entre duas zonas diferentes, uma limpa e outra contaminada. Foram testados e avaliados diferentes parâmetros geométricos e dinâmicos, tais como a velocidade, espessura e ângulo no bocal do jato, associados a um caudal mínimo de exaustão no interior do compartimento contaminado, capaz de assegurar a estanquidade da cortina de ar, na tentativa de encontrar uma relação entre a velocidade média de admissão de ar na porta e a velocidade do jato. Através dos resultados experimentais obtidos demonstrou-se que, quando corretamente implementadas, as cortinas de ar proporcionam uma vedação aerodinâmica adequada para baixos números de Reynolds do jato plano de ar. Foi, ainda, obtida uma expressão que relaciona os parâmetros do jato (velocidade, espessura e ângulo do bocal) com a velocidade média de admissão na porta.

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Palavras-chave

Cortina de ar jato plano barreira aerodinâmica estanquidade a contaminantes qualidade do ar número de Reynolds

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