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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Neste capítulo, mostramos que as propriedades morfossintáticas dos pronomes clíticos são adquiridas a ritmos diferentes no português europeu como língua materna. Os contextos em que o pronome é obrigatório são de desenvolvimento tardio, possivelmente por haver uma sobregeneralização da construção de objeto nulo. Em contrapartida, a interpretação das propriedades referenciais dos clíticos é adquirida cedo, ao contrário do que acontece quando o pronome é uma forma forte.
Descrição
UID/LIN/03213/2013
Palavras-chave
Aquisição L1 Omissão de clíticos Compreensão
