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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Na área da estomatologia, a perda de tecido ósseo apresenta sérios problemas, nomeadamente
na colocação de implantes dentários. As membranas oclusivas são usadas em
regeneração óssea guiada para impedir a invaginação do tecido mole na cavidade óssea.
O presente trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de uma membrana oclusiva
que se adapte facilmente ao contorno anatómico e que se possa estabilizar. Para
tal, conjugar-se-á uma membrana oclusiva de policaprolactona (PCL), produzida por
eletrofiação, com um cimento de fosfato de cálcio (brushite) capaz de a fixar.
Procedeu-se à caracterização das propriedades relevantes para a membrana polimérica
(morfologia, porosidade, propriedades mecânicas, degradação enzimática e por espécies
reativas de oxigénio) e para a brushite (tempo de presa, teste de coesão, Difração de Raios-
X e citotoxicidade). As membranas apresentam uma morfologia e taxa de degradação
adequadas e a brushite cumpre os requisitos de tempo de presa e coesão essenciais para a
sua aplicação. Embora extratos deste material apresentem citotoxicidade após as primeiras
24 h de lixiviação, esta desaparece para intervalos de tempo subsequentes, de acordo
com testes realizados in vitro. Através do DRX, verificou-se a conversão de brushite em
monetite após os cimentos terem sido imersos em PBS durante 32 dias.
Verificou-se que é possível integrar o material de estabilização na membrana sem comprometer
a flexibilidade da mesma e conferindo a rigidez adicional pretendida, necessária
aos procedimentos para a sua colocação.
Descrição
Palavras-chave
Eletrofiação Policaprolactona Brushite Cimentos de fosfato de cálcio Regeneração Óssea Guiada Membrana oclusiva
