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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A presente dissertação teve por objectivo a identificação dos factores
determinantes do estado de saúde da população imigrante residente na zona
metropolitana de Lisboa e Vale do Tejo, avaliando o efeito de indicadores sóciodemográficos,
sócio-económicos e factores gerais de saúde física e mental, na
percepção do estado de saúde destes imigrantes.
Para tal, geraram-se e testaram-se hipóteses referentes a uma amostra concreta,
não se pretendendo generalizar os resultados obtidos para a totalidade da população de
imigrantes residentes em Portugal.
Os dados utilizados foram recolhidos e trabalhados no âmbito de um projecto
financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, utilizando uma especificação
baseada no modelo de regressão logística.
Tal como seria de esperar, o sexo revelou-se uma variável diferenciadora. Os
factores sócio económicos em ambos os sexos e o tempo de estadia em Portugal, nas
mulheres, determinam de forma significativa a percepção do estado de saúde destas
populações, existindo igualmente diferenças expressivas entre as várias comunidades de
origem analisadas.
Os resultados obtidos sugerem ainda que diferentes tipos de factores para além
dos sócio-económicos, como o estilo de vida e a saúde mental, devem ser tidos em
consideração na promoção da saúde destas populações.
Descrição
Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Estatística e Gestão de Informação
Palavras-chave
Imigrantes Estado de Saúde Indicadores Socioeconómicos Modelo Logit Sexo
