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Duas justificações são frequentemente apresentadas para a existência de um teste intermédio nas normas de classificação em disciplinas do ensino superior. Por um lado, a realização de um teste intermédio permite reduzir a incerteza associada à nota final - teoria do professor benevolente. Por outro lado, constitui uma forma de induzir um maior esforço de estudo nos alunos - teoria do professor exigente. No presente artigo são analisadas as condições em que cada uma das teorias é consistente com a observação frequente de uma maior ponderação dada ao exame final. No caso da teoria do professor benevolente, estas condições assumem uma forma facilmente testável. Realiza-se assim uma análise empírica simples. Esta revela que consoante o curso se verifica consistência com uma ou com outra teoria. Não se detecta, na pequena amostra considerada, uma predominância clara de qualquer das teorias.
Descrição
Palavras-chave
Contexto Educativo
Citação
Barros, Pedro Pita and Cabral, Inês, Professores Benevolentes ou Exigentes? (December, 1995). FEUNL Working Paper Series No. 265
