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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
O tempo de execução das estruturas é um fator cada vez mais condicionante para a rentabilidade económica da construção. Esta exigência conduziu ao desenvolvimento de tecnologias de construção cada vez mais sofisticadas que, para serem implementadas, obrigam a um acompanhamento mais preciso do crescimento da resistência do betão, nomeadamente às primeiras idades. A determinação da resistência à compressão em provetes moldados e curados em condições normalizadas não reproduz a evolução da resistência à compressão in situ. Neste âmbito, foi desenvolvido o conceito de maturidade, o que permite estabelecer uma relação entre a resistência e a idade do betão em função do histórico das temperaturas. Esta relação é usada para, por exemplo, se poder descofrar mais cedo, reduzir o tempo de cura ou aplicar o pré-esforço em idades jovens.
No entanto, a metodologia utilizada para a aplicação do conceito de maturidade, designada por maturometria, obriga à execução de ensaios preliminares para o estabelecimento da relação resistência-idade, e ao uso de sensores térmicos e equipamentos de registo para o acompanhamento das temperaturas. Por outro lado, nomeadamente para a aplicação do pré-esforço, os níveis de resistência já são relativamente elevados, encontrando-se num patamar no qual a maturometria já não apresenta grande precisão.
Em alternativa, a resistência in situ pode ser avaliada por outros métodos, nomeadamente com os ensaios de arranque, vulgo “pull-out”. Neste sentido, foi desenvolvido um estudo sobre a aplicabilidade do “pull-out”, avaliando-se a influência de variações da composição do betão e da localização dos dispositivos de arranque na estimativa da resistência in situ em idades jovens.
Descrição
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em
Engenharia Civil – Perfil Estruturas
Palavras-chave
Pull-out Resistência Máxima dimensão do agregado NDT
