FCSH: IEM - Livros nacionais
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- As Religiões na Europa Urbana MedievalPublication . Andrade, Amélia Aguiar; Andrade, Amélia Aguiar; Silva, Gonçalo Melo; Silva, Gonçalo Melo Da; Departamento de História (DH); Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- Misticismo Islâmico em al-AndalusPublication . Rei, António; Garrido Clemente, Pilar; Instituto de Estudos Medievais (IEM)Encontram-se aqui reunidos textos de conferências e de comunicações proferidas nos três Colóquios Internacionais subordinados ao tema geral “Misticismo islâmico em al-Andalus”. Os três Colóquios foram coorganizados pelo Doutor António Rei, pelo Instituto de Estudos Medievais (IEM) da NOVA FCSH –com o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) –, e pela Doutora Pilar Garrido Clemente, pelo Centro de Investigação Arqueologia histórica y Patrimonio del Mediterráneo Occidental (ARHIS) da Universidad de Murcia. Os três Colóquios Internacionais tiveram lugar, respetivamente, o primeiro entre 10 e 11 de novembro de 2022, no IEM, Campus de Campolide, Lisboa, sob o tema “Textos e Contextos”; o segundo decorreu entre 27 e 29 de setembro de 2023, na Universidade de Múrcia: Valle de Ricote e Campus de la Merced, abordando o tema “Gnose, Símbolo e Metáfora”; e o terceiro, e para já último, teve lugar entre 2 e 3 de julho de 2024, de volta ao IEM, Campus de Campolide, discorrendo sobre o tema “Gnose, Norma e Transgressão”. O misticismo islâmico, em todas as suas formas, mais individuais ou mais grupais, e pela razão primária de que as suas fontes são basicamente textos escritos, e enquanto área científica, não tem, praticamente existência nos meios académicos portugueses. Ainda que a arqueologia tenha revelado nas últimas décadas alguns locais de culto islâmico, genericamente designados de ribats, faltam estudos complementares de maior precisão na contextualização cronológica, e na eventual articulação com alguns místicos que lá possam ter residido e ou ensinado. Esperemos que todas estas contribuições, da arqueologia à arquitetura, neste último caso no estudo das qubbas (edifícios mais ou menos cúbicos e encimados por cúpula) a sul do Tejo, contribuam positivamente para um enriquecimento desta área temática. Nem todos os trabalhos apresentados nos três Colóquios, num total de trinta e três, da autoria de investigadores de seis países (Argélia, Brasil, Espanha, Itália, Marrocos e Portugal) acabarão por constar desta publicação, pois por circunstâncias várias dos calendários e compromissos dos autores, não no-los fizeram chegar dentro dos prazos estabelecidos. O que lamentamos como é óbvio, pois muitas daquelas comunicações trouxeram novos objetos de estudo e novas perspetivas que não serão divulgados, pelo menos para já. Atendendo ao pouco que existe sobre o misticismo islâmico em especial no Garb al-Andalus (ocidente ibérico, hoje maiormente Portugal), aqui ficam contributos, e propostas para um futuro que se deseja próximo dentro dos meios académicos portugueses, mas não só, pois pretende-se ajudar a um alargamento de horizontes intelectuais e temáticos do público em geral.
- José Mattoso. Fazer a História, Repensar o ArquivoPublication . Andrade, Amélia Aguiar; Sousa, Bernardo Vasconcelos e; Andrade, Amélia Aguiar; Fontes, João Luís; Oliveira, Luís Filipe Simões Dias de; Sousa, Gonçalo De Vasconcelos E; Fontes, João Luís Inglês; Oliveira, Filipe Gonçalves De; Departamento de História (DH); Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- Pequenas Cidades no TempoPublication . Cuesta-Gomez, Fabian; Prata, Sara; da Costa, Adelaide Maria; Pereira, Joana Dias; Batista Pacheco, Mafalda; Instituto de Estudos Medievais (IEM); Instituto de História Contemporânea (IHC); CHAM - Centro de Humanidades
- Medieval Hunting MeetingPublication . Sousa, Afonso; Faria, Tiago Alexandre Viúla de; Martins, Diana Neves; Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- Construindo o ‘Outro’ e o ‘Eu'Publication . Lopes, Paulo Esmeraldo Catarino; Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- VIATORPublication . Lopes, Paulo Esmeraldo Catarino; Instituto de Estudos Medievais (IEM)Muitas vezes encarada como uma época de estagnação, isolamento e ruptura, onde a imobilidade derivada da interrupção do comércio e das rotas terrestres e marítimas constituía a pedra-de-toque, a Idade Média foi, literalmente, “subestimada” por determinadas correntes de pensamento, que concebiam estes séculos como um período de garantido retrocesso, algo que simplesmente ficou no meio de duas épocas gloriosas: a Antiguidade Clássica e a Modernidade. No entanto, nos últimos anos, a historiografia tem vindo a desconstruir este preconceito, trazendo à luz através da análise crítica e multidisciplinar das fontes, uma manifesta realidade: a Idade Média, na sua extensa duração de séculos, foi uma época de ampla circulação e mobilidade protagonizadas por uma imensa sociologia de praticantes dos caminhos. Naturalmente, as dificuldades eram muitas e marcantes, em particular no que toca às condições, meios e segurança, elementos que podiam tornar as deslocações morosas. Contudo, as infraestruturas de apoio pouco desenvolvidas e a quase generalizada ausência de comodidades, nunca foram impedimento para a concretização de itinerários, de longa ou curta distância, bem como para o estabelecimento de rotas de viagem. A ter em conta, sobretudo, é que a viagem, por muito singela e quotidiana que fosse, nunca era encarada de forma trivial. Independentemente do destino ou da causa, era sempre considerada com zelo e critério, nomeadamente ao nível espiritual. A prática da viagem no mundo medievo assumiu contornos muito diversos, quer no que diz respeito às vivências e motivações – diplomacia, peregrinação, guerra, comércio, negócios religiosos, casamentos nobres, fugas à justiça, exílio, migração, busca do conhecimento, entre muitas outras razões –, quer em termos da multifacetada produção escrita dela resultante e da consequente recepção junto de um público leitor sempre ávido de notícias (veja-se o caso das viagens imaginárias e dos chamados viajantes de gabinete). Vertentes, afinal, que fazem do homem medieval, inequivocamente, um Homo Viator. Subordinada ao tema central da viagem, circulação e mobilidade na Idade Média, a presente antologia encerra, pois, um conjunto alargado de subtópicos de análise, que permitem aprofundar o conhecimento acerca da forma dinâmica e diversificada como a sociedade medieval, nas suas várias dimensões, se relacionava com a prática dos caminhos terrestres e marítimos.
- IMAGO, ACTUS ET VERBUM. Desafios e interrogações nos Estudos MedievaisPublication . Moreira, Filipe Alves; Marcilla, Francisco José Diaz; Matos Gomes, Joana; Lopes, Paulo Esmeraldo Catarino; Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- Pão, carne e águaPublication . Andrade, Amélia Aguiar; Farelo, Mário Sérgio; Gomes, Marta; Departamento de História (DH); Instituto de Estudos Medievais (IEM)
- Pão, carne e água na Lisboa medieval. Memórias documentaisPublication . Andrade, Amélia Aguiar; Andrade, Amélia Aguiar; Farelo, Mário; Gomes, Marta; Departamento de História (DH); Instituto de Estudos Medievais (IEM)O e-book Pão, carne e água na Lisboa medieval: Memórias documentais resulta do trabalho de investigação que esteve na base de uma exposição promovida pelo Instituto de Estudos Medievais e pelo Arquivo Municipal de Lisboa / Histórico, em 2019, numa profícua associação entre arquivistas e investigadores, estes últimos de várias gerações, pois para além de reputados medievalistas houve a possibilidade de associar à equipa de trabalho alunos de licenciatura e mestrado aliando o ensino universitário à investigação, afinal um dos objetivos do IEM e da NOVA FCSH.
