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A persistĂȘncia do conflito industrial organizado

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Orientador(es)

Resumo(s)

Neste estudo procurĂĄmos fazer um levantamento, atĂ© aqui inexistente, das greves em Portugal entre 1960 e 2008, historicizĂĄ-las, analisĂĄ-las e compreendĂȘ-las, procurando contribuir para explicar historicamente, por um lado, a permanĂȘncia da greve como forma de luta ao longo destes Ășltimos 40 anos, e por outro, tentar explicar os picos grevistas, a partir de uma anĂĄlise que conjuga simultaneamente factores polĂ­ticos e crises econĂłmicas, no quadro daquilo que se considera ser uma mudança estrutural nas formas de organização e de luta das classes trabalhadoras portuguesas, bem como na cultura operĂĄria, a partir da industrialização da dĂ©cada de 60 do sĂ©culo XX. SalientĂĄmos as diferenças que existem nas greves sobre distintos regimes polĂ­ticos (Estado Novo, PerĂ­odo RevolucionĂĄrio, Regime DemocrĂĄtico).

Descrição

Palavras-chave

Greves Portugal ContemporĂąneo Conflitos Sociais

Contexto Educativo

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