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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Entre os serviços organizados para assistir os portugueses mutilados e estropiados no contexto da Primeira Guerra Mundial destacam-se o Instituto Médico-Pedagógico de Santa Isabel (Casa Pia de Lisboa) e o Instituto de Reeducação dos Mutilados da Guerra de Arroios. Segundo a imprensa da época, a imagem de ambos foi bipolar. Por um lado, os médicos que neles desempenhavam funções publicavam os mais favoráveis relatos do seu funcionamento e da evolução dos mutilados. E, por outro, estes últimos davam conta de uma série de questões que desmitificavam todo o discurso positivo em torno da acção destes institutos em prol dos mutilados da guerra. Recordaremos alguns dados sobre a criação e desenvolvimento destes institutos, nos quais se destacaram figuras como o Dr. Costa Ferreira, o Dr. Tovar de Lemos e ainda o Dr. José Pontes. Nesta análise tentaremos dar a conhecer os dois pontos de vista antagónicos sobre os institutos referidos, partindo das notícias publicadas em vários periódicos e relatos da época.
Descrição
UID/HIS/04209/2013
Palavras-chave
Primeira Guerra Mundial Mutilados portugueses Imprensa Reeducação dos mutilados
Contexto Educativo
Citação
Editora
Comissão Portuguesa de História Militar
