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FCSH: ICNOVA - Capítulo de livros nacionais

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  • Escola de Pro-cras-ti-na-ção, uma proposta de abrandamento
    Publication . Coelho, Sílvia Pinto; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Partindo do princípio de que existe um pensamento coreográfico — um modo de pensar e de organizar estratégias de relação e um meio de fazer operar uma espécie de cartografia de relações em movimento, com diferentes graus de intensidade, actuadas concreta ou virtualmente, no espaço-tempo —, neste artigo, propomos olhar para o tempo, para os ritmos e para a capacidade que entendemos que o coreográfico tem para desencadear aceleração e abrandamento, tanto do movimento como da atenção (individualmente ou em grupo). Há propostas que, ao introduzirem um ritmo inesperado no movimento seguro que nos permite sentirmo-nos “em casa”, abrem o campo coreográfico para a descoberta de novas potências. Olhamos, por isso, para alguns modos de investigação usados na área da coreografia e improvisação que consideramos contribuírem para desafiar a compulsão para “fazer o que já se sabe à partida”. De entre vários processos criativos de composição coreográfica focamo-nos na experiência de Escola de Procrastinação como exemplo de um projecto que testou a possibilidade de abrandamento do ritmo. Based on the principle that there is a choreographic thinking - a way of thinking and organising strategies of relation and a means of making a kind of cartography of relationships in movement operate, with varying degrees of intensity, acted out concretely or virtually in space-time - in this article, we propose looking at time, rhythms and the capacity that we understand choreography has to trigger acceleration and slowing down, both of movement and attention (individually or in groups). There are proposals that, by introducing an unexpected rhythm into a safe move that allows us to feel "at home, " open up the choreographic field to unveiling new powers. We have therefore looked at some modes of research used in the realm of choreography and improvisation that we believe help to challenge the compulsion to "do what you already know". Among various creative processes of choreographic composition, we focus on the experience of Escola de Procrastinação as an example of a project that tested the possibility of slowing down the pace.
  • Performance enquanto cometa na obra de Julião Sarmento
    Publication . Madeira, Cláudia; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Neste artigo procura-se problematizar a presença-ausência da arte da performance na obra de Julião Sarmento
  • Introdução
    Publication . Madeira, Cláudia; Pratas, Cristina; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); Instituto de História da Arte (IHA)
  • Epílogo
    Publication . Madeira, Cláudia; Pratas, Cristina; Pereira, Patrícia; Fernandes, Carla; Vilhena, Rita; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA); Instituto de História da Arte (IHA)
  • Tecnologias digitais, violência e ódio online aos olhos de figuras públicas
    Publication . Simões, Rita Basílio; Jorge, Ana; Da Silva, Marisa Torres; Alcântara, Juliana; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Este artigo analisa as perceções de mulheres portuguesas com visibilidade pública do papel das tecnologias digitais na violência e no ódio online durante a pandemia de COVID-19. Através de vinte e uma entrevistas em profundidade, procurámos compreender o papel do digital na violência e no ódio contra as mulheres, as consequências individuais destas práticas e o seu impacto no contexto social mais amplo. O estudo revela que as tecnologias fomentaram práticas de intimidação e humilhação, que procuravam o silenciamento e limitavam a participação das figuras públicas femininas na esfera pública. A pesquisa dá conta dos efeitos nefastos da violência e do ódio online na vida pessoal e profissional das entrevistadas, assim como na própria democracia, ao gerar uma espiral digital do silêncio, que reproduz e reforça hierarquias de género sistémicas. This article analyses the perceptions of Portuguese women with public visibility of the role of digital technologies in online violence and hatred during the COVID-19 pandemic. Through twenty-one in-depth interviews, we sought to understand the role of digital in violence and hatred against women, the individual consequences of these practices and their impact on the broader social context. The study reveals that technologies have fostered practices of intimidation and humiliation aimed at silencing and limiting the participation of female public figures in the public sphere. The research reports on the harmful effects of online hate and violence on the personal and professional lives of the interviewees, as well as on democracy, by generating a digital spiral of silence, which reproduces and reinforces systemic gender hierarchies.
  • Benefícios da Economia Azul na Marca País e o Contributo das Universidades
    Publication . Quintela, Denise Henriques; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Como se procurou evidenciar, a economia azul é o futuro, mas faz-se cada vez mais presente devido, por um lado, à centralidade do mar no combate às alterações climáticas e, por outro, às imensas possibilidades de rentabilização económico-financeira que o oceano oferece, Cientes disso, países como Portugal têm agendado o tema nas suas políticas de marca. Mas estes desenvolvimentos carecem de alicerces, e de motores, de índole científica, que só as IES podem propiciar. Pela ligação linguística, marítima e cultural, as IES de língua portuguesa têm vantagens competitivas nos novos mercados da economia azul, no triângulo Ensino/Investigação/Ligação à Sociedade (civil, política e empresarial). Paralelamente, têm uma enorme responsabilidade na conservação do oceano e da biodiversidade para a sustentabilidade climática e ambiental. A AULP pode ser, tal como um país, uma marca, que marque a diferença no mundo levando-lhe aquilo que de melhor faz e tem para oferecer: a sua capacidade única de estabelecer redes de cooperação, de identificar sinergias colaborativas, e de, assim, promover a mudança.
  • Jornalismo de Ciência
    Publication . Granado, António; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    O jornalismo de ciência, tal como o conhecemos, terá nascido algures entre as duas guerras mundiais, no século 20. Antes desse tempo, houve certamente muitos artigos de jornal que abordaram noticiário fundamental da ciência, mas só a partir dessa altura se pode falar num trabalho organizado e sistemático, levado a cabo por jornalistas especializados no tema. E o que é exactamente o jornalismo de ciência? No seu livro, Science journalism: an introduction, Martin W. Angler tenta uma definição: «O jornalismo de ciência é um género jornalístico que se ocupa principalmente das conquistas e avanços científicos, do processo científico em si, das interrogações e das dificuldades dos cientistas na resolução de problemas complexos». A definição não é consensual, mas abarca o essencial do trabalho de um jornalista de ciência.
  • Trending Now
    Publication . Flores, Ana marta; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    A conjuntura social contemporânea transcende características como localização, estatuto social ou género, tornando desatualizada a identificação de comportamentos com foco apenas na faixa etária. Ao considerar o espectro digital como extensão da vida de jovens, a ascensão das aplicações destaca-se como o apogeu da digitalização quotidiana, num movimento de plataformização da sociedade. Este contexto, intrínseco ao estilo de vida jovem, diverso e em constante evolução, é explorado através de três movimentos identificados em um estudo de tendências. Este capítulo aplica técnicas qualitativas, como desk research, coleta de sinais cool e sala de imersão, além da exploração de dados secundários e sinais culturais para identificar tendências. A desk research coleta e análise de dados de várias fontes, incluindo exposições de arte e plataformas digitais, é complementada pelos sinais cool, materializações inspiradoras de novidades. A sala de imersão organiza os dados coletados, facilitando a filtragem objetiva. A análise revela três tendências ligadas ao público jovem: a economia da atenção, a cultura do upgrade na indústria do bem-estar, e o efeito dopamina com a crise da curiosidade. Em conjunto, essas tendências revelam uma interconexão entre a economia da atenção como resposta à crise da curiosidade, e a cultura do upgrade, como estratégias para enfrentar a sobrecarga informativa. A atenção se torna seletiva e em busca de propósito, enquanto estar a par das notícias se estende além da tecnologia, influenciando uma busca por bem-estar equilibrado. Este estudo destaca a complexidade das influências socioculturais na vida dos jovens, demonstrando a importância de compreender e antecipar as tendências emergentes.
  • Introdução
    Publication . Balonas, Sara; Ferreira, Ivone; Departamento de Ciências da Comunicação (DCC); Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    Vivemos em sociedades onde a comunicação é uma constante, desafiando-nos a uma permanente interação e esgotando a nossa atenção. Estamos imersos em ambientes comunicacionais fortemente mediados por ecrãs que nos estimulam, prendem, sugerem ou, simplesmente, nos distraem. Acresce a dispersão e a estimulação sensorial que o ecossistema digital exerce sobre o processo percetivo. Sendo a publicidade uma admirável ferramenta nesta engrenagem, enfrenta, tal como outras áreas de comunicação, o problema da perceção seletiva e do consequente “simplesmente desligar” face à sobreposição de mensagens e de imagens que se anulam umas às outras. A atenção é um bem escasso e o ruído — psicológico, físico, fisiológico ou semântico — é uma ameaça à eficácia da comunicação. Será que só notaremos a falta das imagens e, subsequentemente, da publicidade quando elas nos faltarem, como defendia Vilém Flusser (1984) em Filosofia da Caixa Preta. Ensaios Para uma Futura Filosofia da Fotografia?
  • Apresentação
    Publication . Amaral, Inês; Flores, Ana Marta; Antunes, Eduardo; Instituto de Comunicação da NOVA (ICNOVA)
    O ebook Apps e Jovens Adultos: Contributos Para um Mapeamento de Práticas Mediadas propõe um panorama teórico, prático, crítico e prospetivo sobre os usos e apropriações de aplicações móveis por pessoas entre os 18 e os 30 anos.