FCSH: CETAPS - Documentos de conferências nacionais
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- Os concertos sinfónicos da Orquestra Portuguesa no Teatro do Ginásio (1925-1930)Publication . Santos, Luís M.; Departamento de Ciências Musicais (DCM); Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)Entre as várias séries de concertos sinfónicos que surgiram em Lisboa nas décadas de 1910 e 1920, destacou-se aquela organizada no Teatro Politeama, dirigida por Joaquim Fernandes Fão entre 1920 e 1925, data em que o agrupamento rompeu com a empresa daquele teatro e se transferiu para o novo Teatro do Ginásio, que o acolheria até 1930. Depois de, na viragem para os anos 20, a vida concertística lisboeta ter assistido a uma nova vaga de florescimento, a partir de meados da década a adesão do público começaria a retrair-se, devido a um conjunto de factores. Nesse contexto, a actividade sinfónica não deixou de estar envolvida — como sucedia desde o início da República — com o conturbado processo político que o país atravessava. É precisamente esse quadro que esta comunicação se propõe abordar, considerando o caso dos concertos sinfónicos do Teatro do Ginásio no período que medeia entre as vésperas do golpe de 28 de Maio de 1926 e o termo dessa década, e dando ênfase em particular às relações que é possível identificar com o domínio político-ideológico, no sentido de avaliar o modo como a actividade sinfónica em causa se constituía também como modo de legitimação de determinadas posições nesse campo.
- O arquivo musical do Teatro Nacional D. Maria IIPublication . Cranmer, David John; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH); Departamento de Ciências Musicais (DCM)
- A Musicoterapia com Grávidas HospitalizadasPublication . Carvalho, Maria Eduarda Salgado; Santos, Joana; Lopes, Gisele; Ribeiro, Andreia; Domingos, Susana; Félix, Teresa; Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM - NOVA FCSH)
- O Corpo e o Gesto na Tapeçaria de Bayeux (séc. XI)Publication . Alarcão, MiguelComo responsáveis pela leccionação da disciplina de História da Inglaterra medieval, temos não raro sugerido aos alunos, para fins puramente lúdicos, a leitura da obra clássica de Sellar e Yeatman; no entanto, a sua condição de ‘História de Inglaterra em disparates’ faz com que de imediato aconselhemos no sentido de evitar sincronias com os períodos de avaliação escolar. Ora é precisamente de Sellar e Yeatman que citamos, em jeito de abertura, o seguinte passo: “With Edward the Confessor [1042-1066] perished the last English King [...], since he was succeeded by Waves of Norman Kings (French), Tudors (Welsh), Stuarts (Scottish), and Hanoverians (German) […]. The Norman Conquest was a Good Thing, as from this time onwards England stopped being conquered and thus was able to become top nation.” Descontada a caricatura, estas palavras e o próprio título espelham, afinal, a centralidade de 1066, parecendo reduzir todos os acontecimentos posteriores a um mero posfácio ou epílogo histórico. Esta perspectiva, manifestamente insustentável, em nada contradiz ou anula os sortilégios literário-ficcionais da data, patentes, por exemplo, num romance notável de Julian Rathbone, várias vezes reimpresso desde o seu aparecimento e amplamente merecedor de adaptação cinematográfica.
- We are all on fire [...]’: os primórdios da canonização da literatura medieval inglesaPublication . Alarcão, MiguelTomando como ponto de partida a célebre confissão do Bispo Hurd em Letters on Chivalry and Romance (1762), o nosso texto procurará reflectir, enquadrando-os culturalmente, sobre os processos de (re)descoberta, reavaliação e revalorização setecentistas da literatura medieval, mercê das histórias literárias pioneiras de Hugh Blair (1718-1800), Thomas Warton (1728-1790) e do próprio Richard Hurd (1720-1808).
- They bene oure frendes wyth there commoditez [...]"': uma retórica da amizade? Uma amizade retórica?"Publication . Alarcão, MiguelRedigido c.1436, The Libel of English Policy, texto que integra o passo transcrito no título desta comunicação, foi já apresentado por Maria Laura Bettencourt Pires como um "[...] poema [...]", contendo "[...] possivelmente a mais antiga referência a Portugal na literatura inglesa." (Pires (ed.), 1981: 15). Salvaguardado o respeito devido às palavras da Professora Laura Pires, pensamos que, stricto sensu, o Libel pouco terá de "poema" (ou sequer de "literatura"), pese embora a sua importância documental para os Estudos Anglo-Portugueses e a própria história da política externa inglesa na primeira metade do séc. XV.
