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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Entre as várias séries de concertos sinfónicos que surgiram em Lisboa nas décadas de 1910 e 1920, destacou-se aquela organizada no Teatro Politeama, dirigida por Joaquim Fernandes Fão entre 1920 e 1925, data em que o agrupamento rompeu com a empresa daquele teatro e se transferiu para o novo Teatro do Ginásio, que o acolheria até 1930. Depois de, na viragem para os anos 20, a vida concertística lisboeta ter assistido a uma nova vaga de florescimento, a partir de meados da década a adesão do público começaria a retrair-se, devido a um conjunto de factores. Nesse contexto, a actividade sinfónica não deixou de estar envolvida — como sucedia desde o início da República — com o conturbado processo político que o país atravessava. É precisamente esse quadro que esta comunicação se propõe abordar, considerando o caso dos concertos sinfónicos do Teatro do Ginásio no período que medeia entre as vésperas do golpe de 28 de Maio de 1926 e o termo dessa década, e dando ênfase em particular às relações que é possível identificar com o domínio político-ideológico, no sentido de avaliar o modo como a actividade sinfónica em causa se constituía também como modo de legitimação de determinadas posições nesse campo.
Descrição
UIDB/00693/2020
UIDP/00693/2020
Palavras-chave
I República portuguesa Ditadura Militar Teatro do Ginásio Música e política Música sinfónica Programação de concertos Fascismo Integralismo Lusitano Renascimento Musical Music History Arts and Humanities (miscellaneous) Social Sciences (miscellaneous)
