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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os têxteis contam-se entre os produtos que chegam a Portugal desde os primeiros anos de Quinhentos e logo se configuram como cobiçados testemunhos materiais da gesta ultramarina portuguesa na Ásia. De entre os seus principais destinatários destacam-se as instituições eclesiásticas que cedo integram ou adaptam os têxteis asiáticos a paramentos litúrgicos e de igreja, ao abrigo das necessidades estabelecidas pelo calendário litúrgico católico. Mas, como se conclui pela leitura das Constituições Sinodais produzidas durante o período Moderno, a sua recepção e adopção pela comunidade religiosa não foi consensual, nem entre os diferentes bispados do país nem ao longo do tempo. A partir da análise das directrizes normativas dimanadas por estes documentos reguladores para o domínio dos ornamentos de culto e das armações, no que à sua manufactura e uso respeita, na presente comunicação analisar-se-ão as diferentes atitudes face aos têxteis asiáticos e os motivos que as justificam.
Descrição
SFRH/BPD/76288/2011
UID/HIS/04666/2013
Palavras-chave
Constituições Sinodais Têxteis Consumo China General Arts and Humanities
