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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
A venda de suplementos alimentares tem sido crescente nas últimas décadas, apesar
de muitas vezes serem usados sem prescrição, aconselhamento adequado ou qualquer
consciência do seu risco para a saúde pública. O presente estudo teve como objetivo
analisar a composição mineral de 18 amostras de suplementos alimentares na forma
de pó desidratado que são comercializados em Portugal. Neste estudo, utilizou-se a
espectrometria de fluorescência de Raios-X por dispersão de energia (EDXRF) para
a determinação rápida e não destrutiva de macro e microelementos dominantes e/ou
contaminantes em suplementos alimentares. Observou-se que os minerais presentes
na maioria dos suplementos alimentares não excedem a dose diária recomendada ou
valor de referência de nutrientes, contudo o Cr presente na proteína de cânhamo
excedeu a dose diária recomendada. Foi igualmente observado contaminações por As
em muitas amostras (maca negra, maca xpresso, cacau em pepitas, moringa do Egito
e proteínas de cânhamo) e Pb (bagas de gogi biológicas e não biológicas e no cacau
em pasta). Dada a ausência de qualquer indicação nos rótulos dos suplementos
estudados, foram analisados estas implicações para o risco de saúde pública.
Descrição
Palavras-chave
Composição mineral EDXRF Saúde pública Suplementos alimentares
